Janeiro 24, 2017

Crédito Agrícola com aumento salarial em fevereiro

As instituições do Crédito Agrícola Mútuo vão proceder ao aumento salarial de 0,75% no próximo mês, no âmbito da revisão da convenção coletiva em negociação com os Sindicatos da Febase. A Febase aguarda uma proposta de revisão do ACT do Crédito Agrícola Mútuo que, na reunião há algum tempo entre as partes, os responsáveis se comprometeram a apresentar. O Crédito Agrícola pretende negociar uma convenção coletiva que contemple as especificidades das suas instituições. A Febase já anunciou a sua disponibilidade, mas deixou claro que não deixará de pugnar pela defesa dos trabalhadores. Nesse âmbito, e sendo a tabela salarial uma das questões em aberto destas negociações, foi já decidido que, à semelhança das IC subscritoras do ACT do setor bancário, as instituições do Crédito Agrícola Mútuo aplicarão em fevereiro o aumento de 0,75% – com retroativos a janeiro de 2017. No entanto, os Sindicatos vão lutar para que o acréscimo salarial se estenda a janeiro de 2016, indo para o efeito solicitar uma reunião. Os Sindicatos da Febase informarão os associados sobre qualquer evolução do processo negocial.

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Janeiro 23, 2017

IRÃO – Antiga Pérsia

PREÇO SÓCIO SBC – desde €2.420 Data de Realização 5 a 14 de JUN Entidade Promotora SBSI AgênciaOÁSIS Travel Companhia Aérea Thurkish Airlines Nº minimo Participantes 30 Programa   PROGRAMA Saída de Lisboa. 1.º Dia | 5 Junho Lisboa | Istambul | Teerão Comparência no hall de partidas do aeroporto Internacional de Lisboa (ao lado da passadeira rolante junto ao Banco Totta) 180 minutos antes da hora prevista de partida. Assistência nas formalidades de embarque assistidas pelo representante Oásis Travel, que acompanhará toda a viagem. Partida às 11h30 em voo regular Turkish Airlines com destino a Istambul. Chegada às 18h10 ao Aeroporto Internacional Ataturk (Istambul). Mudança de avião e continuação da viagem às 20h50 em voo regular Turkish Airlines com destino a Teerão. Chegada à 01h30 ao Aeroporto Internacional Imam Khomeini. Assistência na chegada, cumprimento das formalidades alfandegárias e transporte para o Hotel Espinas International 5*. 2.º Dia | 6 Junho Teerão Pequeno-almoço. Saída do hotel e início da visita da cidade. Teerão, a capital persa, desde o século XVIII, é das cidades mais modernas do Médio Oriente, mas vestígios da sua antiguidade podem ser encontrados em alguns pontos da cidade. A nossa visita começa por explorar o Museu Arqueológico, um dos mais completos do país; passando pelo Museu de Cerâmica e Vidro e visitando depois o belo Museu Nacional de Joalharia. Almoço em restaurante local. Visita do Palácio de Golestan (também conhecido por “Jardim das Rosas”), o mais antigo monumento histórico de Teerão, reconstruído no Séc. XIX. Após estas visitas, o grupo terá a oportunidade de caminhar até ao Grande Bazar e assistir à habitual agitação local. No final da visita, regresso ao hotel. Jantar. Alojamento no Hotel Espinas Internacional 5*. 3.º Dia | 7 Junho Teerão Pequeno-almoço. Continuação da descoberta de Teerão. Passagem pelo Complexo do Palácio de Niavaran, constituído por vários edifícios e museus, tendo o Palácio de Niavaran sido a residência do último Xá e da família imperial antes da revolução Iraniana. Palácio Sad Abad, o complexo foi habitado inicialmente, durante o século XIX, pelos monarcas da Dinastia Qājār e respetiva família real. Após uma expansão dos pavilhões, Reza Pahlavi viveu ali durante a década de 1920 e o seu filho mudou-se para o complexo na década de 1970, tendo ambos vivido durante algum tempo no Palácio Verde. Depois da Revolução Iraniana, os diferentes pavilhões que compõem o palácio foram transformados em museus. No entanto, o atual palácio residencial do Irão fica adjacente ao Palácio Sad Abad. Visita do Museu Arqueológico. Almoçoem restaurante local durante as visitas. Jantar. Alojamento no Hotel Espinas Internacional 5*. 4.º Dia | 8 Junho Teerão | Kashan | Isfahan (Percurso estimado em 450 Km). Pequeno-almoço. Partida em direção a Isfahan, com paragem na cidade de Kashan, com as suas famosas casas Tabatabais e de Brujerdis, belas casas senhoriais e ainda o Jardim de Fin, um histórico jardim persa reconhecido pela UNESCO. Almoço em restaurante local. Continuação para Isfahan, a mais bela cidade iraniana, onde Shah Abbas I iniciou uma das maiores experiências em planeamento urbano de sempre, mudando toda a estrutura da capital, Qazvin, para uma nova Isfahan, em 1598 e onde se manteve até 1722. Mesquitas, palácios, bairros comerciais inteiros, parques públicos e outros, […]

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Janeiro 9, 2017

Sindicato dos Bancários do Centro associa-se ao luto do presidente Mário Soares

Sindicato dos Bancários do Centro associa-se ao luto do antigo Presidente da República Mário Soares O antigo Presidente da República Mário Soares foi reconhecidamente um dos maiores defensores da liberdade portuguesa, um defensor do sindicalismo livre e democrático, será, portanto, para sempre, recordado pela vida que dedicou à luta intensa pela conquista da Liberdade e consolidação da Democracia. A expressão “Soares é fixe” ficará para sempre imortalizada, assim como, as imagens do dia 12 de junho de 1985 em que assinou a adesão de Portugal à Comunidade Económica Europeia. Mário Soares será para sempre uma das figuras mais influentes da história de Portugal. Não só por estes motivos mas por muitos mais factos que marcaram a sua vida em prol de Portugal, ao Sindicato dos Bancários do Centro cumpre-nos o nosso singelo reconhecimento da figura ímpar que foi o antigo Presidente da República Mário Soares. O nosso muito obrigado Mário Soares!  

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Janeiro 5, 2017

Esclarecimento ACT BCP

Esclarecimento sobre o acordo de revisão do ACT do grupo BCP Colegas, Conforme foi comunicado no dia 29, a FEBASE assinou o acordo de revisão do ACT do Grupo BCP, em representação do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas e do Sindicato dos Bancários do Centro. Perante algumas notícias vindas a público e pouco esclarecedoras, cumpre-nos informar sobre quais as principais matérias em causa nesta revisão do ACT do Grupo BCP. promoções e progressões Deixam de existir, ao abrigo do ACT, progressões que não contemplem a passagem ao nível imediatamente seguinte. Promoções por mérito: Anualmente serão promovidos: 16% dos trabalhadores do grupo B que estejam integrados até ao nível 9; 8% do grupo C. que estejam integrados até ao nível 5. A não promoção dos trabalhadores no decurso de 5 anos e que estejam englobados nas condições descritas, serão alvo de uma apreciação especial do seu desempenho prémio de fim de carreira A exemplo do acordado no ACT da banca e outros, os trabalhadores, quando passarem à situação de reforma por invalidez ou invalidez presumível (limite de idade), recebem um prémio de 1,5 vezes a sua remuneração mensal efetiva (RME = Remuneração base + diuturnidades + todas as outras prestações regulares e periódicas). Na data de publicação da presente revisão será extinto o até agora existente Prémio de Antiguidade, sendo nesse momento pago o prémio correspondente aos anos e meses completos de bom e efetivo serviço prestados pelo trabalhador. reforma por limite de idade ou antecipada A reforma por limite de idade (invalidez presumível) passará a ser de 66 anos e 3 meses em 2017, sendo, para o futuro, atualizada em mais 1 mês por cada ano, nunca podendo a mesma ser superior à da reforma no Regime Geral da Segurança Social e, caso haja redução desta, a idade de reforma para os trabalhadores do BCP descerá na mesma proporção. O cálculo das pensões será feito pelas regras constantes do atual ACT, que nesta matéria não sofre quaisquer alterações. O banco, no entanto, irá prosseguir com a sua política de reformas antecipadas nos termos atualmente em vigor. invalidez total e permanente Os trabalhadores que venham a ser reformados após entrada em vigor deste Acordo, por Invalidez Total e Permanente, passarão a receber um complemento de pensão de reforma de 86% da sua remuneração efetiva naquela data. Este valor, se conjugado com o regime fiscal, permite-nos dizer que, em linhas gerais, o trabalhador não terá uma redução de rendimentos face ao que auferia na situação de trabalhador no ativo. O valor das pensões de reforma em pagamento não sofre qualquer alteração falhas de caixa A imputação de custos a suportar pelo trabalhador em casos de falhas de caixa só poderá ocorrer depois de decisão de um inquérito de apuramento de responsabilidades por parte dos serviços de auditoria. faltas As ausências ao serviço por motivo de doença terão de ser justificadas com documento emitido por declaração médica inclusive médico dos SAMS. benefícios sociais Os trabalhadores do BCP passarão a ter contratualizada a dispensa de assiduidade: na tarde de aniversário de filhos até aos 12 anos e meio dia no 1º dia […]

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Dezembro 30, 2016

Aos trabalhadores do grupo BCP

Colegas, A FEBASE, em representação do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas e do Sindicato dos Bancários do Centro, assinou hoje o acordo de revisão do ACT do grupo BCP. Após a sua discussão e aprovação no Conselho Geral da FEBASE do dia 28 de dezembro de 2016 e por se considerar que este é um acordo que permite manter a estabilidade social e o nível de empregabilidade dentro do Grupo BCP, esta federação procedeu à assinatura da revisão do ACT do grupo BCP. As matérias em causa são já sobejamente conhecidas pelos nossos associados, mas nunca é demais recordar que foram tratadas questões como a idade de reforma dos trabalhadores do BCP, as promoções passam a ser por mérito e a ter que abranger, anualmente, 16% dos trabalhadores entre os níveis 5 e 9 assegurando, em consequência, a subida do nível salarial. Foi conseguido, nesta negociação, a antecipação da reposição dos vencimentos para 1 de julho de 2017, desde que seja efetuado o pagamento dos COCO’s no primeiro semestre de 2017, e renovado o compromisso de ser defendido em Assembleia Geral do BCP a restituição dos valores que foram retidos aos trabalhadores neste período. De salientar que estas matérias, nomeadamente idade da reforma e reposição de vencimentos em julho de 2017, apenas afetam os Sindicatos que subscritores da presente revisão do ACT do BCP. Os sindicatos dos Bancários do Sul e Ilhas e do Centro consideram que este é um momento que merece ser encarado com responsabilidade e com a assunção de posições que visem salvaguardar os postos de trabalho no Grupo BCP. Comunicado em pdf

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Dezembro 30, 2016

Aos trabalhadores da Caixa Económica do Montepio Geral, Montepio Crédito e Montepio Valor

Colegas, A FEBASE, em representação do SBSI e do SBC, assinou hoje, 29 de dezembro, o ACT do Montepio. Este Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) tem como subscritores, além desta Federação, as Instituições Caixa Económica do Montepio Geral, Montepio Crédito e Montepio Valor. Atendendo à particularidade e especificidade do Grupo Montepio e das Instituições que o compõem, O SBSI e o SBC souberam manter uma postura serena por forma a conquistar o maior e melhor conjunto de benefícios para os seus associados. À semelhança de todas as negociações contratuais de trabalho com as Instituições de Crédito foram estes sindicatos da FEBASE que reconstruiram de raiz o documento que inicialmente lhe foi enviado pelas Instituições do Grupo Montepio e conceberam a “espinha dorsal” do primeiro ACT celebrado com estas. O SBSI e o SBC mantiveram-se sempre firmes na sua missão de defesa dos trabalhadores e demonstraram, que tal como sempre defenderam, só faz sentido a existência de acordos de empresa ou grupo de empresas quando estes sejam, globalmente, mais favoráveis para os trabalhadores abrangidos do que o ACT do setor bancário e tratem especificidades das Instituições. Importa sintetizar as matérias em que o novo ACT do MG difere do ACT do setor bancário, sendo assinalável as conquistas realizadas em matérias de cariz social. O QUE FOI ACORDADO: • Suspensão, até 31 de dezembro de 2017, dos aumentos salariais, promoções por antiguidade e aplicação de novas diuturnidades bem como o pagamento do trabalho extraordinário nos termos da lei; • Não haverá reduções salariais nem do valor a pagar pelo Subsídio de Natal; • Distribuição, aos trabalhadores, de até 5% dos resultados nos primeiros anos em que se veriiquem resultados positivos a partir de 2018; • Garantia de aplicação da tabela salarial em vigor à data na banca a partir de 1 de janeiro, de 2018; • Possibilidade de negociação do Crédito Habitação por forma a ajustar o valor que o trabalhador deixe de receber por aplicação deste acordo; • Compromisso de não recorrer a despedimentos coletivos neste período. • Documento assente no ACT do setor acrescido de condições benéficas para os trabalhadores: • Contratualização do Prémio de Mérito no ACT passando este a fazer parte integrante da Remuneração Mensal Efetiva (RME) sendo também considerado para efeitos do cálculo da pensão de reforma; • Cláusula de avaliação de desempenho, passível do direito de reclamação e com garantia de resposta; • Majoração dos dias de férias em função da antiguidade. • Novos subsídios de cariz social: • Subsídio complementar infantil; • Subsídio complementar de estudo; • Subsídio de Apoio Familiar; • Subsídio de apoio à natalidade (€ 500). • Garantia de existência de um Seguro de Saúde complementar ao SAMS, aplicáveis também aos reformados. Os Sindicatos dos Bancários do Sul e Ilhas e do Centro consideram que este é o acordo possível num contexto económico bastante sensível e perante a ameaça da caducidade do anterior ACT do setor bancário e que ainda era o que ainda vigorava nas empresas subscritoras deste novo ACT. Finalmente, congratulam-se por sentir que alcançou um acordo pelo qual se consegue salvaguardar os postos de trabalho no grupo Montepio e, por outro lado, celebrar um ACT que pela sua […]

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Dezembro 9, 2016

Parvalorem entrega proposta de revisão do Acordo

A administração da Parvalorem entregou ontem à Febase uma proposta de revisão do ACT. Ao fim de vários meses de insistência, os Sindicatos da Febase finalmente receberam o documento da Parvalorem. A proposta está ainda a ser analisada, no entanto é possível afirmar que ela foi elaborada tendo por base o ACT do Setor Bancário. Assim, os Sindicatos vão contactar a administração, no sentido de rapidamente ser iniciado o processo de negociações. Enquanto as negociações decorrerem, está salvaguardado o direito à aplicação da atual convenção. Da evolução do processo será dada informação aos trabalhadores.   Comunicado em pdf

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Dezembro 9, 2016

Oitante: negociações do AE já começaram

Febase e administração da Oitante iniciaram esta manhã as negociações para um Acordo de Empresa (AE), que se espera estejam concluídas brevemente. Na reunião do dia 7 de dezembro, as partes fizeram a leitura integral da proposta de convenção apresentada pela administração da empresa criada após a venda do ex-Banif. O articulado tem por base o ACT do Setor Bancário, com as devidas adaptações às especificidades da empresa. Após esta reunião, algumas matérias ficaram em aberto, por necessidade dos Sindicatos de obterem de explicações complementares, o que acontecerá na próxima sessão. Recorde-se que o atual Acordo manter-se-á em vigor até ser substituído pelo novo – que deverá acontecer brevemente. Da evolução do processo será dada informação aos trabalhadores.   Comunicado em pdf

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Dezembro 1, 2016

Socorro, estou exausto da banca: portugueses em burnout

Maria era gerente-adjunta numa agência e sofreu de episódios idênticos à epilepsia. Desde que largou a banca, sente-se estável. José Carlos ainda vive o pesadelo dos lesados do BES e é ensombrado por pensamentos negativos. Mas o actual presidente do Novo Banco, António Ramalho, garante à SÁBADO que a fase pior já passou As reuniões de equipa sucediam-se a um ritmo diário, de manhã e à tarde, numa pressão constante: tinham de vender mais e mais produtos e aplicações financeiras, acenando com taxas de juro aliciantes. A primeira era agendada às 08h15, momentos antes da agência bancária da região Centro iniciar o atendimento ao público. Os oito funcionários abriam os cofres, ligavam os computadores e ouviam a número dois da chefia, Maria. A gerente-adjunta, actualmente com 49 anos, tinha ordens claras e números a cumprir. O briefing matinal do banco privado traçava objectivos de captação de clientes, consoante as campanhas que estivessem a decorrer (havia um produto de eleição por dia). Ao longo do expediente, cada colaborador fazia 20 a 30 telefonemas em modo de telemarketing (o meio mais eficaz de angariar potenciais investidores), além do atendimento ao balcão. Às 18horas, voltavam a reunir-se para a recolha dos resultados. Isto sem incluir a avaliação semanal, ao final da tarde de quinta-feira, em que os responsáveis analisavam o posicionamento da agência face ao ranking geral no grupo. Com frequência, Maria atendia clientes insatisfeitos e vendia aplicações a contragosto. Do lado de lá, havia quem chorasse ou evitasse o banco em situações de crédito mal parado. “Tenho um feitio complicado e custava-me vender. As pessoas iam atrás da taxa e nós aproveitávamos a ganância”, conta a própria à SÁBADO. A gerente-adjunta ainda protestou perante os superiores hierárquicos, sem efeito. Teve depressões crónicas, reincidentes, sem poder contar com a solidariedade dos colegas. Pior, excluíram-na. Chegou a ser despromovida, fazendo o trabalho de um estagiário. “Tremia, sentia-me asfixiada” No pico de stress de Maria, em meados de 2012, surgiam as primeiras manifestações alarmantes: episódios de ausências que duravam, em média, um minuto. “Desmaiava acordada, é difícil de explicar. Na fase inicial não disse a ninguém.” Em paralelo, apresentava sintomas idênticos aos da epilepsia. “Lembro-me do primeiro, em que saí do banco, caí para o lado e comecei a estrebuchar. Tremia, sentia-me asfixiada. ” À época não se falava em burnout, tão-pouco em desgaste emocional. Prestes a atingir o ponto de ruptura, Maria começou a crer que encaixava num quadro clínico de epilepsia. Tomou medicação para o efeito, prescrita por um psiquiatra, mas perdeu a vitalidade. “Era um vegetal.” Por questões de segurança, deixou de conduzir e passou a ser transportada para o local de trabalho por um motorista da empresa do marido – o que levantou ainda mais suspeitas entre os colegas. Desculpou-se com problemas de coluna. Por fim, acabou internada durante oito dias num hospital público para exames de despistagem. O diagnóstico revelou-se… inconclusivo. O mal-estar de Maria era indisfarçável. Após o internamento, em Setembro de 2012, foi chamada pela direcção de recursos humanos do banco. Convidaram-na a ir para casa, sem hipótese de refutar. “Reagi mal e piorei.” Em Dezembro desse ano, […]

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Novembro 20, 2016

Como a Fosun concretizou a vontade de comprar parte do BCP

Como a Fosun concretizou a vontade de comprar parte do BCP O interesse foi revelado em julho, mas até a compra de uma parte do BCP se concretizar foi preciso satisfazer um conjunto de condições. Nuno Amado mostrou-se otimista deste o início. O interesse da Fosun em ser dona de uma parte do BCP foi revelado no verão de 2016, precisamente um dia depois de o banco ter revelado prejuízos de perto de 200 milhões de euros no primeiro semestre deste ano. Desde então, Nuno Amado e a administração do banco concentraram-se em cumprir todas as condições impostas pelos investidores chineses para que a operação se concretizasse. 29 de julho de 2016 tinha sido um dia difícil para o BCP. O banco tinha anunciado um prejuízo de 197,3 milhões de euros na primeira metade do ano, um resultado que comparava com os 240,7 milhões de euros de lucros que tinham sido registados no primeiro semestre de 2015. Nuno Amado, presidente do BCP, explicou então que os resultados estavam afetados por efeitos extraordinários — como por exemplo o reforço das imparidades de crédito — e que descontados estes impactos, a comparação homóloga até passava a ser favorável, um lucro de 56,2 milhões de euros contra um prejuízo de 21,2 milhões na primeira metade de 2015. Mas não foram estes valores mais favoráveis que marcaram as notícias. Além disso, a necessidade de devolver ainda 750 milhões de euros de CoCo’s ao Estado deixava uma nuvem negra sobre o banco. No dia seguinte, contudo, o caminho do BCP ganhou um novo fôlego. A Fosun, dona da Fidelidade e da Luz Saúde em Portugal e um dos investidores que se tinha já destacado por estar entre os interessados na primeira tentativa de venda do Novo Banco, revelou, através de uma carta enviada ao BCP, que estava interessada em entrar no capital do banco para ficar com 16,7% da instituição. Desde então, a comissão executiva do BCP entrou numa maratona de negociações com vista a satisfazer as condições colocadas pelos investidores chineses: Garantias de que o banco não seria surpreendido por contribuições extraordinárias para o Fundo de Resolução; Não obrigação de reconhecimento contabilístico imediato de obrigações futuras de contribuição para este mesmo Fundo; Concretização de um processo de fusão de ações (reverse stock split) em que cada 75 títulos passam a corresponder a 1 ação; Garantir que tem direito a escolher administradores para o board do banco; Desblindagem dos estatutos dos 20% para os 30%. A estas condições haveria que juntar uma aprovação das autoridades de supervisão, neste caso, o Banco Central Europeu. Logo no mesmo dia, o BCP reconheceu o “interesse estratégico” deste investimento da Fosun, sublinhando o “potencial de cooperação e desenvolvimento setorial e geográfico” que representava. A comissão executiva, liderada por Nuno Amado, prometeu “proceder de forma célere e cuidada” para apresentar uma recomendação ao conselho de administração do banco. A 14 de setembro os acionistas do BCP deram luz verde às negociações com a Fosun. A manifestação de interesse foi considerada “credível e não hostil”. Cerca de duas semanas depois, Nuno Amado diria à Bloomberg que estava otimista quanto às negociações: […]

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Novembro 18, 2016

Millennium FLEX

Aos trabalhadores do MillenniumBCP,             Caros colegas, O Sindicato dos Bancários do Centro tomou conhecimento do novo programa de benefícios, disponibilização pelo MillenniumBCP aos seus trabalhadores – Millennium FLEX. O SBC alerta todos os trabalhadores para o risco de estarem por sua iniciativa a solicitar o não pagamento de benefícios previstos no ACT, em alternativa a um pacote de benefícios cuja atribuição depende unilateralmente da “boa vontade” da entidade patronal. Surgem-nos as dúvidas às quais não encontramos resposta: Depois da adesão como o trabalhador pode reverter a sua adesão voluntária e voltar a receber os valores previsto no ACT? Se o BCP decidir extinguir este programa de benefícios onde está salvaguardado o direito do trabalhador a voltar a receber os benefícios sociais previstos no ACT e aos quais voluntariamente renunciou? Por fim, cumpre-nos alertar os trabalhadores para os perigos de voluntariamente prescindirem dos seus direitos contratuais sem estarem devidamente salvaguardado retorno do direito aos mesmos. O SBC irá junto da Administração do BCP solicitar os esclarecimentos necessários. Saudações sindicais, A Direção do Sindicato dos Bancários do Centro Coimbra, 7 de novembro de 2016   Comunicado PDF

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Novembro 10, 2016

Aos trabalhadores do Banco Popular

Caros colegas, O Sindicato dos Bancários do Centro reuniu-se hoje com a Administração do Banco Popular Portugal com o propósito de esclarecer todas as dúvidas e questões sobre o processo de reestruturação em curso. Assim, e manifestando o nosso descontentamento pela forma como o processo foi conduzido, quer pela comunicação com os Sindicatos, como principalmente a falta de comunicação e informação para com os trabalhadores. O SBC lamentou que estas informações se tivessem obtido primeiramente por via da comunicação social, nomeadamente nomes de balcões a encerrar. No que diz respeito ao plano de reestruturação foram-nos dadas as seguintes notas explicativas: É intenção firme que o processo esteja encerrado no limite até 31 de dezembro de 2016; A redução do número global de trabalhadores, nas empresas abrangidas, não irá além dos 295, estando neste valor já incluídas as reformas, pré-reformas ou passagens para situação de invalidez presumível; A redução na rúbrica de custos com pessoal que se pretende alcançar é de 15,5M€; Está já em curso um processo aberto a candidaturas voluntárias; Seguidamente e se necessário por falta de adesões voluntárias suficientes, haverá uma fase de convite direto a trabalhadores identificados pelo Banco Popular; Para efeitos de cálculo do valor compensatório pela aceitação do “Acordo de revogação do contrato de trabalho” será considerada toda a antiguidade dos trabalhadores quer no Banco Popular e no BNC. No caso de trabalhadores que tenham antiguidade no setor bancário além da já referida, a situação será analisada caso a caso e tendo em atenção o que estiver sido celebrado no contrato individual de trabalho; Os créditos detidos pelos trabalhadores junto da Instituição manterão todas as suas condições até à sua extinção/liquidação; No imediato ficam igualmente asseguradas as condições preferenciais para trabalhadores no que diz respeito aos seguros contratados; É intenção do Banco Popular assegurar a manutenção dos SAMS por um período de 12 meses, a todos os trabalhadores que venham a ser abrangidos; Será criada uma linha específica para empreendedorismo para os trabalhadores criarem o seu próprio emprego; Os trabalhadores terão acompanhamento por uma empresa especializada em reintegração de pessoas no mercado de trabalho, pelo período de 12 meses; Ficou expressamente esclarecido que não é condição obrigatória que os trabalhadores de um balcão que esteja elencado para encerrar estejam identificados no grupo de trabalhadores a quem poderá ser feito o convite direto para negociação do Acordo de revogação do contrato de trabalho. Compete agora ao Sindicato dos Bancários do Centro proceder a uma análise da efetiva necessidade deste processo de elegibilidade do Banco Popular como empresa em reestruturação. O Sindicato dos Bancários do Centro irá também estudar todas as formas e meios por forma a poder minorar os efeitos deste processo junto dos seus associados. O SBC continuará a fazer chegar aos seus associados toda a informação, que disponha, por esta via. Reiteramos a nossa inteira disponibilidade para prestar mais esclarecimentos que os sócios entendam por necessários, bem como a do nosso Gabinete Jurídico para acompanhar os processos que afetem os nossos associados.                                             […]

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Novembro 8, 2016

Aos trabalhadores do Banco Popular

Caros colegas, O Sindicato dos Bancários do Centro tomou conhecimento que o Banco Popular tem intenções de implementar o seu plano de reestruturação também em Portugal. O Banco Popular elaborou um pedido de empresa em reestruturação, que já deu entrada no Ministério do Trabalho e que levará à saída de 295 trabalhadores. Este plano de reestruturação decorre de outro mais alargado imposto pela “casa-mãe”, que está a deslocalizar para Madrid alguns dos seus serviços. Além da deslocalização de alguns serviços centrais, está também incluído no programa de reestruturação apresentado, o redimensionamento da sua rede de balcões em Portugal (encerramento de 47 balcões). O Banco Popular vai abrir um período de candidaturas a todos os trabalhadores que queiram, por mútuo acordo, rescindir o contrato com a instituição. Se por esta via o banco não atingir os objetivos a que se propõe recorrerá então ao processo de convites individuais. O SBC não pode deixar de lamentar a forma menos correta como todo este processo se tem vindo a desenrolar. Sendo intenção da administração que a reestruturação decorra com máxima tranquilidade possível, o SBC irá junto da administração do Banco Popular reclamar que haja uma especial atenção nas questões de caráter social. Assim, nomeadamente, o valor das indemnizações por Rescisões por Mútuo Acordo (RMA) bem como a manutenção das condições de créditos que os trabalhadores tenham a decorrer na instituição sejam alvo de manutenção das condições contratualizadas e em situações especiais que possa haver uma negociação do prazo de amortização. O SBC apela a todos os trabalhadores para que, em caso de dúvida, não assinem nenhum compromisso com a instituição sem previamente contactarem os serviços jurídicos do Sindicato e manterá todos os seus associados devidamente informados do desenrolar deste processo. Saudações sindicais, Pel´A Direção do Sindicato dos Bancários do Centro     Coimbra, 8 de Novembro de 2016   Comunicado em pdf

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Novembro 7, 2016

MillenniumBCP e Activobank

Aos trabalhadores do MillenniumBCP e Activobank,             Caros colegas, O Sindicato dos Bancários do Centro foi, por via da FEBASE, confrontado com uma proposta de negociação do ACT do Grupo BCP. Em virtude de estar em cumprimento o memorando de entendimento assinado entre o BCP e os Sindicatos do setor bancário, entendeu-se ser pertinente pedir esclarecimentos à Administração do BCP por forma a esclarecer a oportunidade da negociação neste momento. Como é sabido, encontra-se em cumprimento o memorando de entendimento que terminará, no limite, a 31 de dezembro de 2017. Por via deste memorando há cláusulas que se encontram atualmente suspensas e que se pretendem agora eliminar, pelo que importa antes de mais, esclarecer em que momento entrarão em vigor as matérias que venham a ser acordadas. O Sindicato dos Bancários do Centro, assegura aos seus associados que a haver negociações estas terão que ser abrangentes ao universo do clausulado do ACT do BCP e incorporar igualmente as matérias que melhor defendem os interesses dos trabalhadores, como por exemplo em matéria de transferências do local de trabalho por iniciativa da entidade patronal e ao nível do aumento da tabela salarial. Importa esclarecer, que os rumores sobre um eventual novo processo de redimensionamento do quadro de pessoal do BCP é completamente infundado e que nada foi apresentado aos sindicatos sobre este tema. Está agendada uma reunião com a Administração do BCP para esta semana por forma a esclarecer todos assuntos. Saudações sindicais, A Direção do Sindicato dos Bancários do Centro Coimbra, 7 de novembro de 2016   Comunicado em PDF

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Outubro 13, 2016

Negociações do ACT do Montepio prosseguem

Matérias de âmbito social dominaram a reunião desta tarde entre a Febase e a administração da instituição. O processo negocial continua na próxima semana. Mais uma sessão de negociação entre os Sindicatos da Febase e a administração do Montepio realizou-se hoje, dia 11 de outubro, tendo em vista a constituição de um ACT para o grupo, que abrangerá os trabalhadores da Caixa Económica do Montepio Geral, Montepio Crédito e Montepio Valor. Na reunião foi analisada detalhadamente uma proposta da Febase que visa contratualizar matérias de âmbito essencialmente social, sendo que algumas destas são já práticas internas da Intuição. A FEBASE registou com agrado que parte significativa da proposta que havia remetido à Administração do Montepio tenha ficado já acordada entre as partes. A administração comprometeu-se ainda a ponderar outras cláusulas apresentadas pela Febase, sobre as quais dará resposta posteriormente. O processo está a evoluir positivamente, no entanto estão ainda em aberto matérias determinantes para um acordo, das quais se destaca a duração do período de congelamento salarial. Face à situação, a Federação alerta os trabalhadores para não se deixarem iludir por falsas informações postas a circular devendo, em caso de dúvida, contactar os respetivos Sindicatos da Febase ou a sua estrutura sindical. As reuniões de negociação prosseguem na próxima semana. Comunicado em pdf

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Setembro 23, 2016

ACT do Montepio: algumas cláusulas já acordadas

Na segunda reunião de negociações para um acordo coletivo do Grupo Montepio, Febase e administração chegaram a entendimento sobre um conjunto de cláusulas. Nova reunião de negociações entre as partes decorreu terça-feira, dia 20 de setembro, tendo em vista a celebração de um ACT para Grupo Montepio. O Grupo apresentou formalmente uma nova proposta, por escrito, que em alternativa à pretensão inicial de corte de salários propõe agora o congelamento salarial por um período de três anos, comprometendo-se também a manter os complementos de mérito a todos os trabalhadores que deles já usufruem. Nesta segunda reunião foi concluída a primeira passagem por todo o clausulado da proposta apresentada pelo Grupo. As partes acordaram já um conjunto de cláusulas, tendo algumas delas ficando pendentes para posterior análise, quer pelos Sindicatos quer pela administração. Os Sindicatos vão agora examinar em profundidade as cláusulas pendentes, que serão debatidas na próxima reunião com a administração, agendada para 4 de outubro. Logo que haja evolução no processo, os Sindicatos informarão os respetivos associados. 17-act-do-montepio

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Setembro 15, 2016

Febase e Montepio negoceiam Acordo Colectivo

Os Sindicatos da Febase e o Montepio iniciaram as negociações para um Acordo Coletivo de Trabalho para o grupo (ACT) que abrangerá os trabalhadores da Caixa Económica do Montepio Geral, Montepio Crédito e Montepio Valor. Na reunião de dia 13 de setembro, o grupo negociador do Montepio adiantou que iria retirar o Anexo IX da sua proposta, o que significa abandonar a pretensão de cortar os salários dos trabalhadores das três instituições. Este recuo do Montepio explica-se pelo desconforto causado no seio dos sindicatos dadas as consequências para os trabalhadores, já que uma medida desta natureza causa mal-estar e descontentamento, que naturalmente se reflete no clima laboral. Para evitar essa situação, a instituição considerou outras opções. Assim, em alternativa, apresentou à Febase uma nova proposta, na qual propõe o congelamento dos atuais salários por um período de três anos. Em resposta, os Sindicatos da Febase solicitaram a apresentação formal da nova proposta por escrito, de forma a poderem analisá-la. No encontro, as partes iniciaram ainda o debate do clausulado do futuro ACT do grupo Montepio Geral, o que decorreu com a naturalidade esperada. É expectativa dos negociadores sindicais que este processo decorra com celeridade. Recorde-se que em julho, no mesmo dia em que foi assinado o novo ACT do Setor Bancário, o Montepio informou a Febase de que a instituição não iria subscrever a convenção coletiva, propondo, em contrapartida, a negociação de um acordo próprio. Face a esta posição e depois da troca entre as partes das respetivas propostas, a negociação formal teve agora início. A segunda reunião negocial está agendada para a próxima semana, e logo que haja desenvolvimentos os Sindicatos informarão os respetivos associados. 16-febase-e-montepio-negoceiam-acordo-colectivo-1

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Setembro 7, 2016

SBC empenhado na defesa dos trabalhadores da CGD, seus associados

O SBC tudo fará para defender os trabalhadores da CGD quanto aos seus direitos contratuais e postos de trabalho. Notícias vindas a público demonstram mais uma vez, que não foram os trabalhadores os causadores da crise que hoje assola a CGD. Os trabalhadores com o seu empenho e dedicação sempre dignificaram a Instituição. Estando num mercado tão competitivo, abdicando de direitos que hoje foram instituídos noutros bancos, para que a CGD pudesse superar as dificuldades que eram transversais a todo o sistema financeiro. Quando todos os trabalhadores bancários após seis anos de congelamento dos seus salários, viram pela negociação colectiva realizada de uma maneira credível e séria a sua remuneração actualizada, eis que, mais uma vez, aos trabalhadores da CGD este processo foi-lhes negado, como ainda esta nova administração deu cabo de uma paz social que o banco público sempre transpareceu ao mencionar a dispensa de mais de 2500 trabalhadores. Coimbra, 7 de Setembro de 2016 A Direcção Aos trabalhadores da CGD

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Agosto 23, 2016

Parvalorem adere ao ACT do setor bancário

Parvalorem adere ao ACT do setor bancário A Parvalorem celebrou hoje com a Febease o acordo de adesão ao ACT do setor bancário. A assinatura do Acordo entre as partes teve lugar hoje, dia 19 de agosto, e será oportunamente remetida para publicação no BTE. Recorde-se que a Federação tem criticado permanentemente as sucessivas opções políticas que levaram a situação laboral na Parvalorem a culminar num despedimento coletivo, e exigido a tomada de medidas que salvaguardem o futuro dos trabalhadores daquela empresa do setor empresarial do Estado. Mais uma vez, com a assinatura da adesão ao ACT, a Febase demonstra a sua preocupação e defesa dos direitos dos trabalhadores da Parvalorem. Comunicado

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Agosto 18, 2016

AE do Montepio – ACT como base negocial

AE do Montepio – ACT como base negocial A negociação coletiva efetiva-se através de procedimentos definidos na legislação que cabe observar integralmente, sob pena de ser considerada inválida. É neste contexto que a FEBASE tem vindo a desenvolver o processo em todos os aspetos legais, tendo sido hoje entregue a nossa contraproposta, assente no ACT recentemente publicado no BTE. Como é do conhecimento geral, a primeira reunião de negociação com a FEBASE está agendada para o próximo dia 13 de Setembro e, como sempre, toda a matéria relevante, quer sobre o AE do Montepio Geral, quer das normas transitórias, será transmitida aos trabalhadores pelas vias habituais. É nosso entendimento não existirem, neste momento, condições objetivas para que a negociação decorra em mesa única, por nos parecer não ser esta a forma mais eficaz da defesa dos direitos dos trabalhadores, pelo que a FEBASE manterá o modelo habitual de negociação. AE do Montepio 17 8 16

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