Maio 9, 2017

Caminhada a Gondramaz – Um sucesso a repetir

A caminhada à aldeia de xisto de Gondramaz foi um sucesso!

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Maio 9, 2017

Figueira da Foz apura representantes para Pesca de Mar

Vitor Malheiros lidera os representantes do SBC apurados para a final nacional do Campeonato Interbancário de Pesca de Mar.

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Maio 3, 2017

Concurso Foto Febase 2017

Teve início a edição de 2017 do Concurso Foto Febase. Participe!

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Maio 3, 2017

Edição do Diário As Beiras de 03/05/2017

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Maio 3, 2017

Alberto Malheiro com tacada certa para a final

Alberto Malheiro e Ricardo Costa garantiram lugar na final nacional de snooker.

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Maio 3, 2017

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa – Opinião

Artigo de Opinião com a assinatura de Helena Carvalheiro, presidente da direção do SBC.

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Maio 1, 2017

É hora de unir esforços, a bem do país! – Artigo de Opinião

Helena Carvalheiro Presidente da direção do SBC As contas estão feitas. Em 5 anos, de 2011 a 2015, extinguiram-se cerca de 9.200 postos de trabalho na banca em Portugal, cerca de 16% do total de trabalhadores bancários, e estima-se que até 2020 este número possa ultrapassar os 13.000. Seja por rescisões por mútuo acordo, seja por reformas antecipadas, o movimento, que se iniciou em 2009, em consequência da crise financeira a que se deu, comummente, o nome de “subprime”, parece não dar mostras de querer abrandar. Certo é que o resgate de que Portugal foi alvo, em 2011, veio agravar este panorama, uma vez que às ajudas recebidas pela banca, eram exigidas medidas, algumas muito injustas, com particular destaque para a redução de emprego e balcões. E ao olharmos para a redução de trabalhadores em função da sua idade, percebe-se que as reduções se verificaram sobretudo nos quadros até aos 44 anos, empregando hoje menos 64% de trabalhadores até aos 30 anos e menos 21% de trabalhadores até aos 44 anos. Mas a redução não é só feita nos trabalhadores. Com o encerramento de agências fora das grandes cidades, também as populações perdem. Perdem acesso a um conjunto de serviços básicos proporcionados pela banca e acabam, também, por perder alguma confiança nos próprios bancos. Não veríamos esta situação como sendo problemática, caso o mercado de trabalho tivesse capacidade de absorver todos os trabalhadores que se deparam, repentinamente, numa situação de desemprego. A criação de novo emprego no sector é residual e temos assistido, com preocupação, ao crescente recurso a estágios e empresas de trabalho temporário, por parte da banca, para dar resposta às necessidades de pessoal, sem criação de vínculo ou de integração na carreira bancária. Não só não traz a estes trabalhadores qualquer perspetiva de carreira, como incrementa a pressão de conseguir fazer muito para, eventualmente, poderem ver o seu contrato prolongado. Não há, também, evidência de que sejam ex-bancários a ser colocados nas agências dos bancos pelas empresas de trabalho temporário. Por outro lado, é mais fácil encontrar agências com um bancário, um estagiário e um ou dois trabalhadores temporários e esta tendência, sim, parece ser crescente. Neste 1º de Maio, data em que celebramos a luta dos trabalhadores pela reivindicação de direitos, é importante recordar porque estamos do lado dos trabalhadores bancários. E há mais de 80 anos que o fazemos. Lutamos incessantemente pelos seus direitos, pela negociação de Acordos Coletivos de Trabalho e Acordos de Empresa, prestamos aconselhamento e apoio jurídico e apoio na saúde, porque o trabalhador bancário é a nossa primeira e única preocupação. Em conjunto com os restantes sindicatos da FEBASE e com a UGT, estamos empenhados em que este Dia do Trabalhador se traduza numa grandiosa jornada de luta, demonstrando uma crescente união dos bancários e a mobilização da Classe em torno da defesa dos seus direitos, conjugadas no reforço da capacidade reivindicativa dos Sindicatos. Os sócios do Sindicato dos Bancários do Centro sabem que podem contar com o seu sindicato!  Comunicado

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Abril 30, 2017

Quando o fim do dinheiro físico se aproxima

Os bancos, as tecnológicas e outros operadores preparam-se para o previsível fim do dinheiro vivo.

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Abril 29, 2017

Porque vão fechar os balcões da CGD? A explicação das Finanças

Ministério das Finanças explica razões do fecho de sucursais.

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Abril 27, 2017

“O BPI nunca despediu ninguém”, afirma Ulrich

Saídas no banco vão continuar a ser feitas por rescisões amigáveis ou reformas antecipadas. O ainda presidente do BPI e futuro presidente do conselho de administração, Fernando Ulrich, garantiu esta quinta-feira que as reduções de pessoal no banco nunca foram feitas através de despedimentos e que os mecanismos utilizados foram sempre reformas antecipadas ou rescisão amigável. “O BPI nunca despediu ninguém. Não estão em causa despedimentos. O BPI só despede pessoas infelizmente em resultado de processos disciplinares quando há pessoas que têm comportamentos que violam a lei e no âmbito de despedimentos com junta causa. Nunca houve despedimentos no BPI e essa afirmação é muito injusta para os portugueses que foram ou têm sido despedidos”, afirmou, em conferência de imprensa a propósito dos resultados. Assim, a redução de pessoal prevista no plano do Caixabank para o BPI, de 900 funcionários, será concretizado através de reformas antecipadas e acordos. “Se sempre o fizemos e agora o BPI faz parte do maior grupo bancário da Península Ibérica porque raio ia deixar de ser assim.” O futuro presidente do BPI, Pablo Forero, afirmou questionado pelos jornalistas que “o BPI tem uma política de saídas de reformas antecipadas. É uma política de que gostamos e que vamos continuar este ano. No primeiro trimestre já 30 a 32 pessoas assinaram as reformas antecipadas. Isso vai continuar”. A adesão é voluntária. “Temos mais dinheiro e podemos aceitar mais pedidos mas não temos números, são voluntárias”. Já sobre a rede de balcões Ulrich garantiu que o ajustamento fundamental já está feito mas que uma rede de balcões está sempre sujeita a alterações. “Ao nível da dimensão da rede comercial o essencial do ajustamento da rede de distribuição já está feito”. O banco conta actualmente com 535 balcões. Forero explicou que “a rede de balcões muda consoante as necessidades dos clientes. Temos de garantir sempre que a rede de balcões é atrativa e melhor do que a da concorrência. Estamos a fechar balcões e a abrir balcões. Mas fechar balcões não é parte da estratégia de sinergias do BPI”. O BPI apresentou prejuízos de 122,3 milhões de euros no primeiro trimestre devido à mudança de consolidação com a atividade do BFA, em Angola, após a venda de 2% do capital, deixando de consolidar integralmente o banco angolano.   Notícia aqui Créditos Cátia Simões – Dinheiro Vivo 27 de abril de 2017

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Abril 27, 2017
Abril 27, 2017

CGD vai contratar 350 pessoas até 2020

As contratações deverão ser feitas até 2020 (ao todo 350) e já estão contempladas no número de redução de pessoal de 2.200 pessoas.

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Abril 26, 2017

José Louro atira para a vitória

José Louro vence convívio de tiro aos pratos.

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Abril 24, 2017

O 25 de Abril e a condição da mulher

Artigo de Opinião assinado pela Presidente do SBC, Helena Carvalheiro.

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Abril 24, 2017

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Abril 24, 2017

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Abril 20, 2017

Caixa deixa de pagar subsídio de refeição nos dias de férias

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Abril 19, 2017

Beiras e Serra da Estrela contra o encerramento de balcões da CGD

A Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE) aprova moção contra o encerramento dos balcões da Caixa Geral de Depósitos.

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Abril 19, 2017

FMI. Bancos ainda têm pessoal e balcões a mais

O FMI refere-se a Portugal e Itália […] sublinhando que nestes dois países “o número de balcões e de pessoal continua a ser alto em relação aos ativos das instituições”.

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