Abril 27, 2017

CGD vai contratar 350 pessoas até 2020

As contratações deverão ser feitas até 2020 (ao todo 350) e já estão contempladas no número de redução de pessoal de 2.200 pessoas.

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Abril 26, 2017

José Louro atira para a vitória

José Louro vence convívio de tiro aos pratos.

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Abril 24, 2017

O 25 de Abril e a condição da mulher

Artigo de Opinião assinado pela Presidente do SBC, Helena Carvalheiro.

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Abril 24, 2017

Pesca de Mar – Quem sabe, sabe…

Decorreram as duas primeiras provas de Pesca de Mar. Saiba quem lidera.

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Abril 24, 2017

Vão “Os mesmos” à final!

A equipa da Guarda, “Os mesmos”, garante a presença na final nacional.

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Abril 21, 2017

Aos trabalhadores da Oitante

Informação sobre reunião relacionada com o negócio que se perspetiva com a ALTAMIRA.

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Abril 20, 2017

Caixa deixa de pagar subsídio de refeição nos dias de férias

A administração de Paulo Macedo deixa de atribuir subsídio nos dias de férias aos trabalhadores.

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Abril 19, 2017

Beiras e Serra da Estrela contra o encerramento de balcões da CGD

A Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE) aprova moção contra o encerramento dos balcões da Caixa Geral de Depósitos.

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Abril 19, 2017

FMI. Bancos ainda têm pessoal e balcões a mais

O FMI refere-se a Portugal e Itália […] sublinhando que nestes dois países “o número de balcões e de pessoal continua a ser alto em relação aos ativos das instituições”.

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Abril 12, 2017

Primeiro programa de rescisões na Caixa avança no final de Abril

“Apesar de nunca ser algo muito agradável, será exequível fazer desta maneira coordenada”, acredita Paulo Macedo. O presidente da CGD acredita na saída de 2.200 funcionários por reformas antecipadas e mútuo acordo. O primeiro programa de rescisão de pessoal da Caixa Geral de Depósitos avança no final deste mês, segundo adiantou, aos deputados, o presidente executivo do banco público. “O primeiro programa para aderir [às rescisões] ainda não foi lançado. Vai ser lançado no final deste mês”, declarou o presidente da comissão executiva na comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, esta quarta-feira, 12 de Abril. O presidente da Caixa Geral de Depósitos acredita que as 2.200 saídas de funcionários, que tem de ocorrer até 2020, serão feitas por reformas antecipadas e por mútuo acordo. Para Paulo Macedo, o banco público tem das melhores condições para esse tipo de entendimento. “Apesar de nunca ser algo muito agradável, será exequível fazer desta maneira coordenada e em que sejam minimizados os prejuízos”, continuou Macedo, acrescentando que a “administração irá cumprir os compromissos” que foram feitos com a Direcção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia. Para o líder da instituição financeira, a redução de pessoal deverá ser feita “desejavelmente” por reformas antecipadas. Macedo lembrou que há uma parte do pessoal que descontou para a Caixa Geral de Aposentações e que as condições de reforma para essas pessoas passa pelo pedido aos 60 anos de idade ou 36 anos de serviço, recebendo 90% do salário. “São as melhores condições de toda a banca”, declarou. “As pessoas têm as condições para não ficarem maltratadas, privilegiando a questão do mútuo acordo”, continuou o responsável da instituição financeira. Notícia aqui Créditos Diogo Cavaleiro – Jornal de Negócios 12 de abril de 2017

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Abril 12, 2017

BCE põe Portugal no top 4 dos bancos com mais crédito malparado

O relatório anual do BCE de 2016 alerta para a deterioração significativa da qualidade dos ativos bancários após o início da crise financeira.

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Abril 12, 2017

Novo Banco com prejuízos de 788,3 milhões de euros

“Os objectivos da reestruturação foram amplamente cumpridos”, diz António Ramalho.

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Abril 7, 2017

1º de Maio com a UGT

O SBC convida todos os sócios e familiares a comemorar em conjunto o Dia do Trabalhador.

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Abril 6, 2017

Curso de guitarra clássica e cavaquinho

Começou no dia 4 de Abril o curso de guitarra clássica e cavaquinho do Sindicato dos Bancários do Centro.

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Abril 5, 2017

Quais os 47 concelhos com três (ou ainda menos) agências bancárias

Ainda não há concelhos sem banco, mas 47 só têm três ou menos.

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Abril 2, 2017

O futuro da banca tem um nome. Chama-se Blockchain

O que é a blockchain, para que serve e como funciona?

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Março 31, 2017

Crédito Agrícola quer manter rede de agências e contratar mais trabalhadores

O presidente do Crédito Agrícola, Licínio Pina, revelou que o banco cooperativo vai contrariar o movimento generalizado de fecho de balcões e de redução de pessoal dos concorrentes, pretendendo manter a rede e recrutar trabalhadores. O presidente do Crédito Agrícola, Licínio Pina, revelou esta quinta-feira que o banco cooperativo vai contrariar o movimento generalizado de fecho de balcões e de redução de pessoal dos concorrentes, pretendendo manter a rede e recrutar trabalhadores. “A rede vai manter-se e vamos aumentar o número de colaboradores”, afirmou o gestor durante a conferência de imprensa de apresentação de resultados de 2016 do grupo, em Lisboa. Durante o ano passado, o Crédito Agrícola encerrou apenas três balcões, passando a contar com um total de 672 agências, naquela que é a segunda maior rede do sistema bancário português. “Em alguns casos em que as caixas [agrícolas] iam fechar, como os nossos rivais encerraram balcões, mantiveram-se abertas”, sublinhou, destacando que, durante os últimos três anos, fecharam 900 balcões no território nacional e o Crédito Agrícola apenas encerrou 11 agências. Segundo Licínio Pina, o objetivo é “manter o máximo possível de balcões abertos”, ainda que admita ajustes pontuais, fechando agências que dão resultados negativos, mas abrindo em novas localidades onde a entidade ainda não marca presença, aproveitando a saída dos concorrentes, como é o caso da Comporta e do Gerês (onde o Crédito Agrícola investiu após a saída do Novo Banco). Também ao nível do quadro de pessoal o Crédito Agrícola está em contraciclo com o resto do setor, tendo fechado 2016 com um total de 4.054 trabalhadores após a redução de 67 funcionários. Os colaboradores que saíram foram todos para a reforma”, realçou Licínio Pina, acrescentando que o objetivo do grupo é recrutar mais funcionários ao longo de 2017. “Não é pela expansão da rede que vai haver necessidade de contratar mais colaboradores, mas sim pelas exigências de regulação”, assinalou. Questionado sobre se o grupo admite crescer pela via das aquisições, Licínio Pina não fechou a porta a essa possibilidade, mas não avançou mais informação. “Se houver alguma coisa à venda que nos interesse podemos analisar. Analisámos a operação do BBVA” em Portugal, afirmou, dizendo que atualmente não segue nenhum outro negócio em particular. Créditos: Observador.pt – Agência LUSA 30 de março de 2017

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Março 30, 2017

CGD entrega ao Parlamento lista de 61 agências que vai fechar

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) já tem uma lista com as 61 agências que pretende encerrar no âmbito do processo de recapitalização da empresa. Uma lista enviada pelo chairman da CGD, Rui Vilar, ao Parlamento a 22 de março — a pedido da Comissão Parlamentar de inquérito à Recapitalização da CGD e à gestão do banco — mostra que serão encerradas 15 agências no Norte, 13 no centro, 18 na Grande Lisboa e 15 no Sul do país e ilhas. Estava previsto o encerramento de mais 80 agências, mas o Governo e a administração da Caixa Geral de Depósitos recuaram após a pressão dos vários partidos com assento parlamentar, incluindo o próprio PS. Isto não significa que fechem apenas estas 61 agências, já que a lista tem sido atualizada. Mas à partida serão estas as encerradas, numa primeira fase. Na direção do Norte, as agências encerradas são: Gualtar São Lázaro Campo-Valongo Ponte da Pedra Pinhais da Foz Termas S.Vicente Santa Quitéria Fontainhas Senhora da Agonia Merelim Lordelo Pedras Rubras Oliveira do Douro Pádua Correia Portas Fronhas Já no centro do país, o banco público vai fechar as seguintes agências: São Bernardo Cucujães Atouguia da Baleia Silvares Febres Caranguejeira Pousos Aida Souselas Branca Almeida Universidade de Coimbra (Pólo II) ISPV Na Direção de Particulares e Negócios de Lisboa é onde encerram mais. São 18: Quinta das Conchas ISEG Cascais Av. Colares ISEL Universidade Nova Palácio da Justiça Avenida Fontes Pereira de Melo Torres Vedras Sul Sobreiro Curvo Abrigada Merceana Brandoa Pólo da Ajuda Tagus Park Caneças Colinas do Cruzeiro 5 de Outubro (já consumado o encerramento) A Sul e ilhas, as quinze agências encerradas são: Angra – Avenidas Fajã de Cima Sobreda da Caparica Cacilhas Fórum Almada Quinta do Amparo Ameijeira Lavradio Fórum Madeira Alexandre Herculano — Portalegre Pedro de Santarém Canha Monte Gordo Gambelas Santa Margarida O plano de reestruturação da Caixa Geral de Depósitos prevê, no total, o encerramento de entre 180 a 200 agências no mercado doméstico até 2020, de forma a chegar ao final da década com 470 a 490 agências. Este plano, que foi apresentado em síntese na conferência de imprensa dos resultados anuais, ainda não está fechado. E uma das linhas que deverá ser seguida na escolha final será a orientação dada pelo Executivo no sentido de manter um balcão em cada concelho do país, como atualmente se verifica. No final de 2016, a Caixa tinha cerca de 650 balcões. Link: http://ow.ly/TNr830apov0 Créditos: Observador.pt – Rui Pedro Antunes 30 de março de 2017

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Março 29, 2017

Febase leva a tribunal pagamento do prémio de antiguidade

Face à aplicação, pelos bancos, do clausulado relativo ao prémio de antiguidade, os Sindicatos da Federação decidiram interpor ações judiciais para o reconhecimento do direito ao seu pagamento.   Na recente revisão dos diversos instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho (IRCT) de que a Febase é signatária, foi acordada a extinção do prémio de antiguidade e, em sua substituição, a criação de um prémio de final de carreira. No entanto, os novos IRCT contemplam clausulado que obriga ao pagamento de um proporcional, à data da sua entrada em vigor. Mas a forma como os bancos estão a aplicar esta disposição tem desencadeado múltiplas dúvidas aos trabalhadores. Assim, face às questões suscitadas por diversos sócios, os Sindicatos da Febase, em conjunto com os seus assessores jurídicos, têm vindo a analisar a situação. Levando em linha de conta quer a entrada em vigor de novos IRCT – que revogaram as normas relativas ao pagamento do prémio de antiguidade, mas determinam um último pagamento do mesmo –, quer os direitos dos trabalhadores bancários, foi decidido interpor ações judiciais com vista ao reconhecimento do direito ao pagamento do prémio de antiguidade, de acordo com todo o tempo de trabalho prestado (todos os anos de bom e efetivo serviço) e não proporcionalmente, conforme os bancos têm considerado. Os Sindicatos darão conta do resultado destas diligências, conforme a evolução do processo. Comunicado

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Março 27, 2017

Os balcões fazem assim tanta falta? Sim

Portugal perdeu 1.620 balcões desde 2011. Por outro lado, a utilização dos serviços de internet banking tem estado estagnada desde 2014. Só um terço da população usa os serviços da banca online. últimas notícias relativas aos planos de reestruturação da Caixa Geral de Depósitos (CGD), que pretende fechar mais de 200 balcões nos próximos três anos, levantaram a questão: afinal, e numa altura em que é tão fácil ir ao banco sem sair de casa, os balcões fazem assim tanta falta? A resposta é simples e linear: sim. Uma comparação entre o número de balcões que existem por todo o país e a utilização dos serviços de internet banking por parte dos clientes permite chegar a esta conclusão de forma relativamente fácil. Começando pelos balcões. Entre o final de 2011 e o primeiro semestre de 2016, o último período para o qual a Associação Portuguesa de Bancos (APB) tem dados disponíveis, o número de balcões caiu em 1.620, para um total de 4.686. Evolução do número de balcões em Portugal desde 2011, Portugal perdeu 1.620 balcões. Só que, enquanto o número de balcões está a fechar, o número de clientes que recorre a internet banking não está a aumentar. A última edição do estudo Basef Banca, feito pela Marktest, mostra que, entre 2003 e 2013, a percentagem de clientes que usa os serviços do banco através da internet aumentou em mais de 20 pontos percentuais. Contudo, chegando a 2014, a tendência é de estagnação: pouco mais de um terço da população recorre aos serviços de internet banking. Ao todo, no ano passado, 2,5 milhões de clientes usavam os serviços do banco online, o equivalente a 35% dos clientes. Percentagem de clientes que usam internet banking Fonte: Marktest, Basef Banca É um movimento que pode explicar-se não só com a desconfiança, como com o envelhecimento da população. “Ainda persiste, na população portuguesa, uma certa desconfiança sobre meios eletrónicos de movimentação, principalmente numa questão tão sensível como é o acesso às contas bancárias. Por outro lado, aquilo que se tem passado com a banca nos últimos anos mais reforça este sentimento de desconfiança”, refere ao ECO Nuno Rico, economista da Deco. “Por outro lado ainda, não nos podemos esquecer que temos uma larga percentagem da população que é mais idosa e que tem dificuldade com a utilização destas novas tecnologias”, acrescenta o economista. Há assim, “cada vez maior dificuldade de acesso aos serviços bancários”, facto que, “muitas vezes, leva a que as pessoas optem pela solução mais fácil, que é guardar o dinheiro em casa”, diz Nuno Rico. O cenário é tanto mais preocupante quando se faz o cruzamento do número de balcões e da utilização da banca online por região. Lisboa é, de longe, a que tem maior percentagem de clientes que recorrem a internet banking, concentrando 28,3% do total. No extremo oposto, a região Sul é a que tem a menor percentagem, com 10,4%, seguida do Grande Porto, com 12,8%, e Interior Norte, com 14,3%. Também em número de balcões o distrito de Lisboa surge em primeiro lugar, com um total de 1.023 balcões no final do primeiro semestre do […]

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