Junho 23, 2017

Bancos mutualistas europeus em contactos com o Montepio

Em causa a possibilidade de estender a parceria na Arise – holding que inclui o Montepio, a par com os fundadores holandeses Rabobank e FMO e ainda o fundo norueguês Norfund para gerirem subsidiárias Africa – ao banco em Portugal. O facto de os bancos mutualistas se terem entendido na gestão dos activos africanos (as participações da Caixa Económica de 45,78% do banco Moçambicano Banco Terra e de 51% no Finibanco Angola foram integradas nessa holding) é um precedente positivo para um futuro entendimento para uma parceria nacional. A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa mantém-se candidata à compra de uma posição minoritária, com outras misericórdias, no Montepio. O Jornal Económico sabe que as conversas têm sido conduzidas pelo vice-Provedor Edmundo Martinho. O Expresso dizia que a Fundação Millennium bcp estaria entre os candidatos a acionistas do Montepio e que vários os bancos pediram informações sobre o Montepio ao Banco de Portugal, tendo Santana Lopes sido abordado por responsáveis de outros bancos, informando que serão o Plano B caso a Santa Casa não avance. Leia a notícia completa aqui. Créditos Maria Teixeira Alves – O Jornal Económico 23 de Junho de 2017  

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Junho 23, 2017

CGD quer colocar ponto final em sete anos de prejuízos

Paulo Macedo, presidente da Caixa Geral de Depósitos, defende que o aumento das comissões cobradas aos clientes é uma necessidade, tendo em conta que o banco tem de voltar aos lucros, depois de sete anos consecutivos de prejuízos. E lembra que as regras são iguais para entidades financeiras públicas e privadas. Leia a notícia completa aqui. Créditos Vida Económica 23 de Junho de 2017

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Junho 23, 2017

S&P: banca nacional só deve regressar aos lucros em 2018

A Standard & Poors (S&P), na análise ao risco da banca portuguesa emitida, aponta para o ainda elevado nível de activos problemáticos e para a baixa rentabilidade, provocada pelas reduzidas taxas de juro praticadas. “Prevemos que o sistema bancário português continue a reportar prejuízos em 2017 e só reporte lucros limitados em 2018”, num período em que a capacidade de gerar lucros recorrentes “continua sob pressão significativa” e em que “os custos operacionais são elevados”. Os bancos portugueses continuam expostos a riscos económicos mais elevados do que alguns dos pares europeus”, realça a agência de notação financeira numa nota publicada esta quinta-feira, onde prevê que a economia portuguesa cresça 1,6% este ano e 1,5% nos próximos dois anos. Valores que ficam abaixo da previsão de muitos economistas, que têm vindo a rever em alta as suas estimativas para a economia portuguesa, apontando para um crescimento este ano do produto interno bruto (PIB) superior a 2%. Leia a notícia completa aqui. Créditos Sara Antunes – Jornal de Negócios 23 de junho de 2017

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Junho 23, 2017

Direção visita agências bancárias nas regiões afetadas pelos incêndios

A Direção do SBC expressa a sua solidariedade e procura compreender o impacto dos acontecimentos na vida dos seus associados.

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Junho 22, 2017

Novo Banco: Proposta aos obrigacionistas passa para julho

Os obrigacionistas do Novo Banco ainda vão ter de esperar mais algumas semanas para conhecerem a proposta de troca de obrigações, condição necessária para fazer o negócio com o Lone Star. António Ramalho só deverá apresentar uma proposta de LME (Liability Management Exercise, em inglês) aos obrigacionistas do Novo Banco na melhor das hipóteses na última semana de junho, embora seja mais provável que derrape para os primeiros dias de julho, apurou o ECO junto de fontes que acompanham o processo. Esta operação ‘vale’ 500 milhões de euros nos rácios de capital do banco e é uma condição indispensável para fechar o negócio com o Lone Star. A operação de LME foi anunciada no dia 31 de março em simultâneo com o acordo de venda com o fundo americano. Logo nesse dia, António Costa e Mário Centeno anunciaram a necessidade de garantir um reforço de capital do Novo Banco através de uma troca de obrigações seniores que têm de ter um impacto positivo de 500 milhões de euros. Mas, desde então, ainda não foi apresentada qualquer proposta aos fundos e aos particulares que, neste momento, detêm cerca de três mil milhões de euros de obrigações. Formalmente, é o Novo Banco que tem de apresentar a proposta de LME, mas neste caso há um trabalho conjunto com o Banco de Portugal e Fundo de Resolução e também com o envolvimento do Ministério das Finanças. Está em causa, também, a relação de Portugal com fundos internacionais que são, ao mesmo tempo, investidores de dívida pública. Além disso, a decisão de retransferir cerca de 2,2 mil milhões de euros de obrigações seniores do Novo Banco para o chamado ‘BES mau’ abriu um conflito grave com estes investidores, e alguns deles são os mesmos que, agora, têm de negociar este LME. Há dias, aliás, a agência Moody’s prolongou a revisão para um possível downgrade do rating “Caa2” do Novo Banco porque ainda não tem informações suficientes acerca da proposta de troca voluntária de obrigações seniores no sentido de reforçar o capital do banco em 500 milhões de euros. E deixa um novo aviso: “Se o Liability Management Exercise (troca de obrigações) não for bem-sucedido, aumenta o risco de uma resolução ou liquidação do banco com consequentes perdas para os credores”. A negociação entre o Novo Banco e os obrigacionistas vai ser feita num quadro diferente: a venda acelerada do Banco Popular em Espanha ao também espanhol Santander por um euro provocou perdas para os obrigacionistas de dívida subordinada e, neste lote, estão também investidores expostos ao Novo Banco e a esta operação de troca em que vão perder 500 milhões de euros. E, como o ECO revelou em primeira mão, as autoridades portuguesas não admitem a liquidação do Novo Banco, mas admitem uma resolução forçada, um ‘bail in’, se os atuais obrigacionistas não aceitaram o acordo de forma voluntária. A conclusão do negócio de venda ao Lone Star não depende apenas desta operação — bem-vista em Bruxelas, porque envolve uma lógica de burden sharing no esforço de capitalização do Novo Banco –, mas também da aprovação das autoridades, isto é, do BCE e da […]

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Junho 22, 2017

EuroBic é a nova marca do BIC

O Banco BIC vai dar lugar ao EuroBic, anunciou o presidente da instituição. A nova marca, resultante de uma imposição legal, vai ser “vai ser o pretexto para relançar a nova estratégia” da equipa de Teixeira dos Santos. EuroBic é a nova marca do Banco BIC depois de os tribunais terem obrigado a instituição liderada por Fernando Teixeira dos Santos a mudar de imagem comercial para evitar confusão com o Banco Big. “Esta marca é inconfundível com qualquer outra, preserva a identidade original do Banco e evidencia o seu carácter europeu “, sublinhou Teixeira dos Santos. A mudança tem de estar concluída até 27 de Julho e, segundo Teixeira dos Santos, a adopção da nova imagem pela rede de balcões só terá início poucos dias antes da data limite. O banqueiro recusou divulgar o valor do investimento envolvido na mudança de marca. “Este investimento já estava previsto e foi devidamente provisionado. Não vai afectar os resultados do banco”, garantiu. A equipa de gestão liderada por Teixeira dos Santos decidiu aproveitar a necessidade de mudar de marca para lançar a nova estratégia do banco, que prevê o crescimento do volume de negócios – crédito e depósitos – de 2.000 milhões de euros até ao final de 2019. Só em novo crédito a particulares e empresas, o BIC pretende um aumento mínimo de 1.300 milhões. Leia a notícia aqui. Créditos Maria João Gago – Jornal de Negócios (informação) Bruno Simão – Jornal de Negócios (imagem) 21 de Junho de 2017  

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Junho 22, 2017

Teixeira dos Santos acrescenta Euro ao BIC

Teixeira dos Santos sublinhou o facto de se tratar de “uma marca em cuja composição entra de forma predominante a referência ao continente em que Portugal se integra e, ao mesmo tempo, da moeda única europeia, o que lhe transmite uma capacidade identificadora imediata no setor bancário europeu”. O EuroBic vai mudar o modelo de negócio. O Banco BIC vai alterar a sua designação oficial para EuroBic por causa de uma ação, interposta em junho de 2013, pelo BiG liderado por Carlos Rodrigues, que apareceu no mercado dez anos antes do banco de matriz angolana, no Tribunal de Propriedade Intelectual contra o BIC. O Tribunal deu razão ao BiG, e o novo presidente do BIC, Fernando Teixeira dos Santos, aproveitou a derrota em tribunal para mudar a imagem do banco de matriz angolana e aproximá-lo da Europa.  A propósito do significado da nova marca, o CEO do BIC sublinhou o facto de se tratar de “uma marca em cuja composição entra de forma predominante a referência ao continente em que Portugal se integra e, ao mesmo tempo, da moeda única europeia, o que lhe transmite uma capacidade identificadora imediata no setor bancário europeu”. “Pretende-se que a marca nova reforce positivamente a perceção do Banco sem alienar a sua origem e o património de relações já estabelecidas e que pretendemos preservar” – explicou o Presidente da Comissão Executiva do Banco BIC Português. Teixeira dos Santos transformou a adversidade numa vantagem e já diz que a mudança de marca, que está em preparação desde o início do ano, vem na sequência de uma estratégia de reforço da sua “imagem de modernidade, proximidade e confiança”. O banco vai aproveitar esta mudança de marca para lançar uma nova estratégia de negócio para captar mais clientes particulares, sobretudo com mais rendimentos (gama média-alta), e empresas, neste caso pequenas e médias empresas (PME) e pequenos negócios. Este movimento de mudança de marca é enquadrado no processo de redefinição da estratégia da instituição liderada por Teixeira dos Santos. A mudança terá efeito total a partir de 27 de julho,  e o responsável pelo banco dominado por Isabel dos Santos admitiu que não será simples a mudança de imagem das cerca de 200 agências, mas que a tarefa já começou. O gestor não quis detalhar o investimento envolvido nesta mudança de marca, apenas referindo que já foi provisionado nas contas.  Mas o Negócios avança que o banco tem 13 milhões para passar a EuroBic. O líder do Banco BIC explicou em comunicado enviado ao Jornal Económico que a opção por EuroBic surge na sequência de uma obrigação legal de alteração da marca, resultante de decisões judiciais adversas num processo por alegada confundibilidade de marcas. “É uma designação que altera substantivamente a marca atual tornando-a inconfundível com qualquer outra marca” – afirmou Teixeira dos Santos num comunicado que foi apresentado numa conferência de imprensa. Teixeira dos Santos disse ainda que, desde a primeira hora, entendeu que “a alteração de marca pode constituir um pretexto positivo para um reforço da comunicação com os Clientes e com o mercado que queremos conquistar”. O plano operacional de execução desta transformação identitária prevê uma integração das tarefas […]

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Junho 21, 2017

Tribunal obriga BIC a mudar de marca até ao final de Julho

O BIC Portugal, liderado por Fernando Teixeira dos Santos, vai ser obrigado a mudar de marca e de imagem até final do mês de Julho, por decisão do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL). A decisão do Tribunal decorre de uma acção colocada pelo BiG – Banco de Investimento Global, onde esta instituição alegou existirem similitudes de imagem e de marca. Um processo que colocou a sociedade de advocacia PLMJ na mira do seu cliente, o BIC Portugal, por não ter assegurado o recurso daquela decisão para o Supremo. A guerra entre o BiG e o BIC Portugal tem seis anos e culminou a 27 de Janeiro deste ano com o trânsito em julgado da sentença do TRL que deu razão à decisão da primeira instância, o Tribunal da Propriedade Intelectual, e que obriga o BIC Portugal a abster-se de usar a sua actual marca a partir de 27 de Julho. Leia a noticia completa aqui. Créditos Cristina Ferreira – Jornal Público 21 de Junho 2017

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Junho 20, 2017

Negociações do AE com o Banco de Portugal prosseguem

Comunicado da Direcção do SBC respeitante às negociações do AE com o BdP

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Junho 19, 2017

Nazaré recebe final regional de pesca de alto mar

A simpática e acolhedora vila da Nazaré, com a praia de Portugal onde as tradições da pesca são mais coloridas e ainda nos podemos cruzar com peixeiras que persistem em usar as sete saias, como manda a tradição, recebeu, no passado sábado, dia 17, a final regional de apuramento para a final do XVI Torneio de Pesca de Alto Mar. Rui Prata (BPI), sagrou-se vencedor, com 6,340 Kg e também com o maior exemplar pescado, uma safia com 520 g. Rui Nunes (BPI) , com um peso de 4,520 Kg e Rui Cruz (BPI), com um peso de 4,000 Kg foram o segundo e terceiro classificados, respetivamente. A classificação ficou assim ordenada: 1º – Rui Manuel Batista Prata (BPI) – 6,340 Kg 2º – Rui Jorge Almeida Nunes (BPI) – 4,520 Kg 3º – Rui Manuel Louro Cruz (BPI) – 4,000 Kg 4º – Manuel Brito Pires Barqueiro (CGD) – 3,280 Kg 5º – Joaquim Carvalho Neves Soares (MG) – 3,260 Kg 6º – João Miguel Silva Lopes (NB) – 3,200 Kg 7º – José da Silva Ferreira (BCP) – 3,160 Kg 8º – José Nuno Lapa Nápoles (BST) – 3,020 Kg 9º – Pedro Carmo Rodrigues Veiga (BPI) – 3,020 Kg 10º – António Lucas Rama Cascão (NB) – 2,340 Kg 11º – Eduardo José Vieira Ascenso (BPI) – 0,160 Kg Desta classificação resultam apurados para a final de 2018, em representação do Sindicato dos Bancários do Centro, Rui Prata (BPI) e Rui Nunes (BPI), a quem, desde já, o SBC deseja a maior ventura na prova a realizar. Veja as imagens da prova abaixo

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Junho 19, 2017

Comunicado da Direção do SBC

Voto de pesar da Direção do SBC relativo à situação trágica que se viveu na região centro, neste fim de semana.

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Junho 16, 2017

CGD: rescisões têm de garantir igualdade, afirma Rui Riso, da FEBASE

O dirigente da FEBASE e presidente do SBSI disse hoje que o processo de rescisões por mútuo acordo na Caixa Geral de Depósitos tem de ser feito em igualdade de circunstâncias para todos os trabalhadores, o que não está garantido. Questionado sobre as condições propostas pela CGD, Rui Riso considerou que ainda não são suficientes para garantir a igualdade entre todos os trabalhadores e que é necessário encontrar uma “plataforma equivalente” para todos independentemente do regime de protecção social em que estão, seja Segurança Social ou Caixa Geral de Aposentações.   Leia a notícia completa aqui. Créditos Lusa – Jornal de Negócios 16 de Julho de 2017

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Junho 16, 2017

Santander será a única marca: Popular e Pastor integrados

A UGT reuniu com o Santander e anunciou que a integração das marcas Popular e Pastor não prevê cortes no número de trabalhadores — apenas uma unificação da imagem. A União Geral de Trabalhadores espanhola diz confiar que a integração das marcas Popular e Pastor, os bancos do mesmo grupo que foram recentemente adquiridos pelo Santander, não implicará cortes nos trabalhadores. Após reunião com a administração do Santander, conclui que só as marcas serão eliminadas.. Os prazos para a integração ainda não existem, mas os objetivos já estão definidos. As marcas Popular e Pastor, recentemente adquiridas pelo banco presidido por Ana Botín, serão absorvidas por este mesmo, reduzindo o rótulo dos três bancos a um só: o do comprador Santander. O sindicato dos trabalhadores espanhol, a UGT, após o encontro com a direção do Santander, declarou que não está a ser considerado “nenhum corte” na rede de trabalhadores. Estes deverão desta forma ser incorporados na totalidade no banco Santander, de acordo com o avançado pelo Economía Digital. A UGT assegura contudo que manterá “vigilante em todo o processo” de forma a garantir que o banco cumpre com “os direitos e emprego dos trabalhadores”. A Confederação Intersindical Galega (CIG) defende contudo que “De um ponto de vista estratégico e empresarial, seria acertado conservar o Pastor”, escrevia a publicação La Voz de Galicia ainda esta quarta-feira. O Pastor é um banco do grupo Popular, grupo recentemente adquirido pelo Santander por apenas um euro… sob a condição de aumentar o capital da nova aquisição em sete mil milhões de euros.   Leia a notícia aqui. Créditos Ana Margarida Oliveira – Eco.pt 16 de Junho de 2017  

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Junho 16, 2017

CGD avança com rescisões

A Febase foi recebida pela administração da Caixa Geral de Depósitos no âmbito da anunciada redução do quadro de pessoal.

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Junho 16, 2017

“O primeiro enganado do Popular sou eu”, diz o ex-presidente

Emilio Saracho está desiludido com o seu próprio trabalho no Popular e recusou uma indemnização de quatro milhões de euros. Emilio Saracho, antigo presidente do Banco Popular, garante que não conhecia a real situação do banco que foi vendido ao Santander por um euro, no âmbito de uma medida de resolução imposta por Bruxelas. “O primeiro enganado do Banco Popular sou eu”, terá afirmado o responsável, segundo o El Mundo. A versão do antigo presidente do banco é que, quando chegou ao Popular, para tentar salvar o banco da insolvência, deparou-se com uma situação muito pior do aquela que lhe tinha sido comunicada quando, em fevereiro, foi convidado para assumir a presidência. E foi isso que o levou a tomar decisões mais duras. “Preferi dizer sempre a verdade”, terá dito a fontes próximas, admitindo, ainda assim, que cometeu alguns erros e que poderia ter comunicado melhor, sobretudo na assembleia geral que decorreu a 10 de abril, após a qual as ações do banco começaram a afundar. Nessa altura, Saracho disse que o banco estava “condenado a ampliar o capital“. Fontes próximas de Saracho dizem ainda ao El Mundo que o antigo banqueiro está desiludido com a sua própria atuação. Será essa uma das razões que o levou a recusar a indemnização de quatro milhões de euros a que teria direito. Saracho vai continuar ligado ao Santander, como assessor no processo de absorção do Popular, por mais três meses. Após esse período, deverá desvincular-se do banco.   Leia a notícia aqui. Créditos Jornal eco.pt 16 de Julho de 2017

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Junho 16, 2017

“Lixo” há muito em Portugal, mas o Novo Banco está no fundo do caixote

S&P, Moody’s e Fitch, agência de notação financeira que deverá manter novamente inalterada a avaliação que faz da dívida portuguesa, têm todas Portugal com ratings de “lixo”.

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Junho 15, 2017

Paulo Macedo chama sindicatos à sede da Caixa

A administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) reúne-se hoje à tarde com os representantes dos trabalhadores, em reuniões pedidas pelo próprio banco público que, segundo fontes sindicais, deverá servir para comunicar um programa de rescisões. As reuniões serão com a Comissão de Trabalhadores da CGD e com os sindicatos representativos dos trabalhadores do grupo CGD, caso da Federação sindical do Sector Financeiro (FEBASE, ligada à UGT) e do Sindicato dos Trabalhadores do Grupo Caixa. Segundo fontes sindicais contactadas pela Lusa, na convocatória, não é indicado o tema das reuniões, mas a expectativa é que sejam sobre a apresentação do plano de rescisões por mútuo acordo, nomeadamente as condições que serão oferecidas aos trabalhadores que aceitem sair. No âmbito da recapitalização da CGD, foi acordado com Bruxelas um programa de reestruturação, que passa pela saída de cerca de 2.000 pessoas até 2020, através de pré-reformas e rescisões amigáveis, num ritmo de 500 a 600 por ano, além do fecho de balcões. A CGD teve prejuízos de 38,6 milhões de euros no primeiro trimestre, melhor do que as perdas de 74,2 milhões registadas entre Janeiro e Março de 2016, que o banco justificou com os custos extraordinários decorrentes do programa de pré-reformas e rescisões amigáveis que a está a implementar (com um impacto de 58 milhões de euros). No final de maio, a Febase acusou a CGD de estar a “pressionar os trabalhadores para aceitarem o programa de pré-reformas em vigor”. A CGD tem vindo a emagrecer a sua estrutura nos últimos anos, inclusivamente com a saída de trabalhadores. No final de 2016, tinha 8.133 trabalhadores em Portugal, menos 297 do que em 2015. Também hoje à tarde, a CGD apresenta em Lisboa aquilo que designa por “banco móvel”, uma carrinha do banco que prestará serviços bancários em zonas em que a CGD não tem agências. O plano de reestruturação do banco público implica o encerramento de mais de 60 agências por todo o país, o que provocou já protestos de autarcas e populações locais, caso de Almeida (na Guarda), o que levou a CGD a encontrar esta solução de agência móvel.   Leia esta notícia aqui.     CGD com fraca adesão de pré-reformas, acelera rescisões amigáveis Hoje à tarde, a administradora da CGD com o pelouro do pessoal, Maria João Carioca, reuniu-se com os sindicatos e comissão de trabalhadores representantes dos funcionários do grupo bancário para anunciar que o banco avançará com um programa de rescisões. Segundo disse à Lusa o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Grupo Caixa, João Lopes, a administração da CGD não está a ter as adesões que necessitaria no programa de pré-reformas em vigor, pelo que lança este programa de rescisões para conseguir atingir o objectivo de este ano reduzir em mais de 500 pessoas o quadro de pessoal. Aos trabalhadores que queiram aderir que descontam para a Caixa Geral de Aposentações é oferecida uma indemnização de 2,1 meses por cada ano de trabalho, no máximo de cinco anos, e aos trabalhadores que descontam para a segurança social (trabalhadores mais recentes ou de empresas do grupo Caixa) 1,6 meses por cada ano de serviço, […]

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Junho 15, 2017

CGD avança com programa de rescisões

O objectivo é acelerar o ritmo de saída dos trabalhadores. Este programa de rescisões por mútuo acordo soma-se ao programa de pré-reformas já em vigor. A CGD vai avançar com um programa de rescisões por mútuo acordo, que se soma ao programa de pré-reformas já em vigor, para acelerar a saída de trabalhadores, segundo informação dada aos sindicatos. A administradora da CGD com o pelouro do pessoal, Maria João Carioca, reuniu-se esta quarta-feira à tarde com os sindicatos e comissão de trabalhadores representantes dos funcionários do grupo bancário para anunciar que o banco avançará com um programa de rescisões. Segundo disse à Lusa o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Grupo Caixa, João Lopes, a administração da CGD não está a ter as adesões que necessitaria no programa de pré-reformas em vigor, pelo que lança este programa de rescisões para conseguir atingir o objetivo de este ano reduzir em mais de 500 pessoas o quadro de pessoal. Aos trabalhadores que queiram aderir que descontam para a Caixa Geral de Aposentações é oferecida uma indemnização de 2,1 meses por cada ano de trabalho, no máximo de cinco anos, e aos trabalhadores que descontam para a segurança social (trabalhadores mais recentes ou de empresas do grupo Caixa) 1,6 meses por cada ano de serviço, também no máximo de cinco salários. Os trabalhadores poderão ainda manter algumas vantagens de crédito à habitação e serviços de saúde. No âmbito da recapitalização da CGD, o banco público acordou com Bruxelas um programa de reestruturação que passa, entre outras medidas, pela saída de cerca de 2.000 pessoas até 2020, através de pré-reformas e rescisões amigáveis, num ritmo de 500 a 600 por ano. A CGD já tinha vindo a emagrecer a sua estrutura nos últimos anos, inclusivamente com a saída de trabalhadores. No final de 2016, o banco detido a 100% pelo Estado tinha 8.133 trabalhadores em Portugal, menos 297 do que em 2015. A CGD teve prejuízos de 38,6 milhões de euros no primeiro trimestre, que justificou com os custos extraordinários decorrentes do programa de pré-reformas e rescisões amigáveis que a está a implementar (com um impacto de 58 milhões de euros). O plano de reestruturação da CGD implica ainda o encerramento de mais de 60 agências por todo o país, tendo hoje o banco apresentado aquilo que designa por “banco móvel”, uma carrinha do banco que prestará serviços bancários em zonas em que a CGD não tem agências.   Leia a notícia aqui. Créditos Lusa – Eco Economia Online 15 de Junho de 2017

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Junho 15, 2017

CGD avança com rescisões procurando solução para diferentes regimes sociais

Esta quarta-feira, 14 de Junho, a administração da Caixa esteve reunida com os sindicatos para apresentar programa de rescisões.

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Junho 15, 2017

CGD prepara-se para acelerar rescisões face a pouca adesão de pré-reformas

CGD vai acelerar rescisões amigáveis, devido a fraca adesão de pré-reformas e reformas antecipadas.

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