Dezembro 9, 2016

Oitante: negociações do AE já começaram

Febase e administração da Oitante iniciaram esta manhã as negociações para um Acordo de Empresa (AE), que se espera estejam concluídas brevemente. Na reunião do dia 7 de dezembro, as partes fizeram a leitura integral da proposta de convenção apresentada pela administração da empresa criada após a venda do ex-Banif. O articulado tem por base o ACT do Setor Bancário, com as devidas adaptações às especificidades da empresa. Após esta reunião, algumas matérias ficaram em aberto, por necessidade dos Sindicatos de obterem de explicações complementares, o que acontecerá na próxima sessão. Recorde-se que o atual Acordo manter-se-á em vigor até ser substituído pelo novo – que deverá acontecer brevemente. Da evolução do processo será dada informação aos trabalhadores.   Comunicado em pdf

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Dezembro 1, 2016

Socorro, estou exausto da banca: portugueses em burnout

Maria era gerente-adjunta numa agência e sofreu de episódios idênticos à epilepsia. Desde que largou a banca, sente-se estável. José Carlos ainda vive o pesadelo dos lesados do BES e é ensombrado por pensamentos negativos. Mas o actual presidente do Novo Banco, António Ramalho, garante à SÁBADO que a fase pior já passou As reuniões de equipa sucediam-se a um ritmo diário, de manhã e à tarde, numa pressão constante: tinham de vender mais e mais produtos e aplicações financeiras, acenando com taxas de juro aliciantes. A primeira era agendada às 08h15, momentos antes da agência bancária da região Centro iniciar o atendimento ao público. Os oito funcionários abriam os cofres, ligavam os computadores e ouviam a número dois da chefia, Maria. A gerente-adjunta, actualmente com 49 anos, tinha ordens claras e números a cumprir. O briefing matinal do banco privado traçava objectivos de captação de clientes, consoante as campanhas que estivessem a decorrer (havia um produto de eleição por dia). Ao longo do expediente, cada colaborador fazia 20 a 30 telefonemas em modo de telemarketing (o meio mais eficaz de angariar potenciais investidores), além do atendimento ao balcão. Às 18horas, voltavam a reunir-se para a recolha dos resultados. Isto sem incluir a avaliação semanal, ao final da tarde de quinta-feira, em que os responsáveis analisavam o posicionamento da agência face ao ranking geral no grupo. Com frequência, Maria atendia clientes insatisfeitos e vendia aplicações a contragosto. Do lado de lá, havia quem chorasse ou evitasse o banco em situações de crédito mal parado. “Tenho um feitio complicado e custava-me vender. As pessoas iam atrás da taxa e nós aproveitávamos a ganância”, conta a própria à SÁBADO. A gerente-adjunta ainda protestou perante os superiores hierárquicos, sem efeito. Teve depressões crónicas, reincidentes, sem poder contar com a solidariedade dos colegas. Pior, excluíram-na. Chegou a ser despromovida, fazendo o trabalho de um estagiário. “Tremia, sentia-me asfixiada” No pico de stress de Maria, em meados de 2012, surgiam as primeiras manifestações alarmantes: episódios de ausências que duravam, em média, um minuto. “Desmaiava acordada, é difícil de explicar. Na fase inicial não disse a ninguém.” Em paralelo, apresentava sintomas idênticos aos da epilepsia. “Lembro-me do primeiro, em que saí do banco, caí para o lado e comecei a estrebuchar. Tremia, sentia-me asfixiada. ” À época não se falava em burnout, tão-pouco em desgaste emocional. Prestes a atingir o ponto de ruptura, Maria começou a crer que encaixava num quadro clínico de epilepsia. Tomou medicação para o efeito, prescrita por um psiquiatra, mas perdeu a vitalidade. “Era um vegetal.” Por questões de segurança, deixou de conduzir e passou a ser transportada para o local de trabalho por um motorista da empresa do marido – o que levantou ainda mais suspeitas entre os colegas. Desculpou-se com problemas de coluna. Por fim, acabou internada durante oito dias num hospital público para exames de despistagem. O diagnóstico revelou-se… inconclusivo. O mal-estar de Maria era indisfarçável. Após o internamento, em Setembro de 2012, foi chamada pela direcção de recursos humanos do banco. Convidaram-na a ir para casa, sem hipótese de refutar. “Reagi mal e piorei.” Em Dezembro desse ano, […]

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Novembro 20, 2016

Como a Fosun concretizou a vontade de comprar parte do BCP

Como a Fosun concretizou a vontade de comprar parte do BCP O interesse foi revelado em julho, mas até a compra de uma parte do BCP se concretizar foi preciso satisfazer um conjunto de condições. Nuno Amado mostrou-se otimista deste o início. O interesse da Fosun em ser dona de uma parte do BCP foi revelado no verão de 2016, precisamente um dia depois de o banco ter revelado prejuízos de perto de 200 milhões de euros no primeiro semestre deste ano. Desde então, Nuno Amado e a administração do banco concentraram-se em cumprir todas as condições impostas pelos investidores chineses para que a operação se concretizasse. 29 de julho de 2016 tinha sido um dia difícil para o BCP. O banco tinha anunciado um prejuízo de 197,3 milhões de euros na primeira metade do ano, um resultado que comparava com os 240,7 milhões de euros de lucros que tinham sido registados no primeiro semestre de 2015. Nuno Amado, presidente do BCP, explicou então que os resultados estavam afetados por efeitos extraordinários — como por exemplo o reforço das imparidades de crédito — e que descontados estes impactos, a comparação homóloga até passava a ser favorável, um lucro de 56,2 milhões de euros contra um prejuízo de 21,2 milhões na primeira metade de 2015. Mas não foram estes valores mais favoráveis que marcaram as notícias. Além disso, a necessidade de devolver ainda 750 milhões de euros de CoCo’s ao Estado deixava uma nuvem negra sobre o banco. No dia seguinte, contudo, o caminho do BCP ganhou um novo fôlego. A Fosun, dona da Fidelidade e da Luz Saúde em Portugal e um dos investidores que se tinha já destacado por estar entre os interessados na primeira tentativa de venda do Novo Banco, revelou, através de uma carta enviada ao BCP, que estava interessada em entrar no capital do banco para ficar com 16,7% da instituição. Desde então, a comissão executiva do BCP entrou numa maratona de negociações com vista a satisfazer as condições colocadas pelos investidores chineses: Garantias de que o banco não seria surpreendido por contribuições extraordinárias para o Fundo de Resolução; Não obrigação de reconhecimento contabilístico imediato de obrigações futuras de contribuição para este mesmo Fundo; Concretização de um processo de fusão de ações (reverse stock split) em que cada 75 títulos passam a corresponder a 1 ação; Garantir que tem direito a escolher administradores para o board do banco; Desblindagem dos estatutos dos 20% para os 30%. A estas condições haveria que juntar uma aprovação das autoridades de supervisão, neste caso, o Banco Central Europeu. Logo no mesmo dia, o BCP reconheceu o “interesse estratégico” deste investimento da Fosun, sublinhando o “potencial de cooperação e desenvolvimento setorial e geográfico” que representava. A comissão executiva, liderada por Nuno Amado, prometeu “proceder de forma célere e cuidada” para apresentar uma recomendação ao conselho de administração do banco. A 14 de setembro os acionistas do BCP deram luz verde às negociações com a Fosun. A manifestação de interesse foi considerada “credível e não hostil”. Cerca de duas semanas depois, Nuno Amado diria à Bloomberg que estava otimista quanto às negociações: […]

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Novembro 18, 2016

Millennium FLEX

Aos trabalhadores do MillenniumBCP,             Caros colegas, O Sindicato dos Bancários do Centro tomou conhecimento do novo programa de benefícios, disponibilização pelo MillenniumBCP aos seus trabalhadores – Millennium FLEX. O SBC alerta todos os trabalhadores para o risco de estarem por sua iniciativa a solicitar o não pagamento de benefícios previstos no ACT, em alternativa a um pacote de benefícios cuja atribuição depende unilateralmente da “boa vontade” da entidade patronal. Surgem-nos as dúvidas às quais não encontramos resposta: Depois da adesão como o trabalhador pode reverter a sua adesão voluntária e voltar a receber os valores previsto no ACT? Se o BCP decidir extinguir este programa de benefícios onde está salvaguardado o direito do trabalhador a voltar a receber os benefícios sociais previstos no ACT e aos quais voluntariamente renunciou? Por fim, cumpre-nos alertar os trabalhadores para os perigos de voluntariamente prescindirem dos seus direitos contratuais sem estarem devidamente salvaguardado retorno do direito aos mesmos. O SBC irá junto da Administração do BCP solicitar os esclarecimentos necessários. Saudações sindicais, A Direção do Sindicato dos Bancários do Centro Coimbra, 7 de novembro de 2016   Comunicado PDF

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Novembro 10, 2016

Aos trabalhadores do Banco Popular

Caros colegas, O Sindicato dos Bancários do Centro reuniu-se hoje com a Administração do Banco Popular Portugal com o propósito de esclarecer todas as dúvidas e questões sobre o processo de reestruturação em curso. Assim, e manifestando o nosso descontentamento pela forma como o processo foi conduzido, quer pela comunicação com os Sindicatos, como principalmente a falta de comunicação e informação para com os trabalhadores. O SBC lamentou que estas informações se tivessem obtido primeiramente por via da comunicação social, nomeadamente nomes de balcões a encerrar. No que diz respeito ao plano de reestruturação foram-nos dadas as seguintes notas explicativas: É intenção firme que o processo esteja encerrado no limite até 31 de dezembro de 2016; A redução do número global de trabalhadores, nas empresas abrangidas, não irá além dos 295, estando neste valor já incluídas as reformas, pré-reformas ou passagens para situação de invalidez presumível; A redução na rúbrica de custos com pessoal que se pretende alcançar é de 15,5M€; Está já em curso um processo aberto a candidaturas voluntárias; Seguidamente e se necessário por falta de adesões voluntárias suficientes, haverá uma fase de convite direto a trabalhadores identificados pelo Banco Popular; Para efeitos de cálculo do valor compensatório pela aceitação do “Acordo de revogação do contrato de trabalho” será considerada toda a antiguidade dos trabalhadores quer no Banco Popular e no BNC. No caso de trabalhadores que tenham antiguidade no setor bancário além da já referida, a situação será analisada caso a caso e tendo em atenção o que estiver sido celebrado no contrato individual de trabalho; Os créditos detidos pelos trabalhadores junto da Instituição manterão todas as suas condições até à sua extinção/liquidação; No imediato ficam igualmente asseguradas as condições preferenciais para trabalhadores no que diz respeito aos seguros contratados; É intenção do Banco Popular assegurar a manutenção dos SAMS por um período de 12 meses, a todos os trabalhadores que venham a ser abrangidos; Será criada uma linha específica para empreendedorismo para os trabalhadores criarem o seu próprio emprego; Os trabalhadores terão acompanhamento por uma empresa especializada em reintegração de pessoas no mercado de trabalho, pelo período de 12 meses; Ficou expressamente esclarecido que não é condição obrigatória que os trabalhadores de um balcão que esteja elencado para encerrar estejam identificados no grupo de trabalhadores a quem poderá ser feito o convite direto para negociação do Acordo de revogação do contrato de trabalho. Compete agora ao Sindicato dos Bancários do Centro proceder a uma análise da efetiva necessidade deste processo de elegibilidade do Banco Popular como empresa em reestruturação. O Sindicato dos Bancários do Centro irá também estudar todas as formas e meios por forma a poder minorar os efeitos deste processo junto dos seus associados. O SBC continuará a fazer chegar aos seus associados toda a informação, que disponha, por esta via. Reiteramos a nossa inteira disponibilidade para prestar mais esclarecimentos que os sócios entendam por necessários, bem como a do nosso Gabinete Jurídico para acompanhar os processos que afetem os nossos associados.                                             […]

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Novembro 8, 2016

Aos trabalhadores do Banco Popular

Caros colegas, O Sindicato dos Bancários do Centro tomou conhecimento que o Banco Popular tem intenções de implementar o seu plano de reestruturação também em Portugal. O Banco Popular elaborou um pedido de empresa em reestruturação, que já deu entrada no Ministério do Trabalho e que levará à saída de 295 trabalhadores. Este plano de reestruturação decorre de outro mais alargado imposto pela “casa-mãe”, que está a deslocalizar para Madrid alguns dos seus serviços. Além da deslocalização de alguns serviços centrais, está também incluído no programa de reestruturação apresentado, o redimensionamento da sua rede de balcões em Portugal (encerramento de 47 balcões). O Banco Popular vai abrir um período de candidaturas a todos os trabalhadores que queiram, por mútuo acordo, rescindir o contrato com a instituição. Se por esta via o banco não atingir os objetivos a que se propõe recorrerá então ao processo de convites individuais. O SBC não pode deixar de lamentar a forma menos correta como todo este processo se tem vindo a desenrolar. Sendo intenção da administração que a reestruturação decorra com máxima tranquilidade possível, o SBC irá junto da administração do Banco Popular reclamar que haja uma especial atenção nas questões de caráter social. Assim, nomeadamente, o valor das indemnizações por Rescisões por Mútuo Acordo (RMA) bem como a manutenção das condições de créditos que os trabalhadores tenham a decorrer na instituição sejam alvo de manutenção das condições contratualizadas e em situações especiais que possa haver uma negociação do prazo de amortização. O SBC apela a todos os trabalhadores para que, em caso de dúvida, não assinem nenhum compromisso com a instituição sem previamente contactarem os serviços jurídicos do Sindicato e manterá todos os seus associados devidamente informados do desenrolar deste processo. Saudações sindicais, Pel´A Direção do Sindicato dos Bancários do Centro     Coimbra, 8 de Novembro de 2016   Comunicado em pdf

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Novembro 7, 2016

MillenniumBCP e Activobank

Aos trabalhadores do MillenniumBCP e Activobank,             Caros colegas, O Sindicato dos Bancários do Centro foi, por via da FEBASE, confrontado com uma proposta de negociação do ACT do Grupo BCP. Em virtude de estar em cumprimento o memorando de entendimento assinado entre o BCP e os Sindicatos do setor bancário, entendeu-se ser pertinente pedir esclarecimentos à Administração do BCP por forma a esclarecer a oportunidade da negociação neste momento. Como é sabido, encontra-se em cumprimento o memorando de entendimento que terminará, no limite, a 31 de dezembro de 2017. Por via deste memorando há cláusulas que se encontram atualmente suspensas e que se pretendem agora eliminar, pelo que importa antes de mais, esclarecer em que momento entrarão em vigor as matérias que venham a ser acordadas. O Sindicato dos Bancários do Centro, assegura aos seus associados que a haver negociações estas terão que ser abrangentes ao universo do clausulado do ACT do BCP e incorporar igualmente as matérias que melhor defendem os interesses dos trabalhadores, como por exemplo em matéria de transferências do local de trabalho por iniciativa da entidade patronal e ao nível do aumento da tabela salarial. Importa esclarecer, que os rumores sobre um eventual novo processo de redimensionamento do quadro de pessoal do BCP é completamente infundado e que nada foi apresentado aos sindicatos sobre este tema. Está agendada uma reunião com a Administração do BCP para esta semana por forma a esclarecer todos assuntos. Saudações sindicais, A Direção do Sindicato dos Bancários do Centro Coimbra, 7 de novembro de 2016   Comunicado em PDF

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Outubro 13, 2016

Negociações do ACT do Montepio prosseguem

Matérias de âmbito social dominaram a reunião desta tarde entre a Febase e a administração da instituição. O processo negocial continua na próxima semana. Mais uma sessão de negociação entre os Sindicatos da Febase e a administração do Montepio realizou-se hoje, dia 11 de outubro, tendo em vista a constituição de um ACT para o grupo, que abrangerá os trabalhadores da Caixa Económica do Montepio Geral, Montepio Crédito e Montepio Valor. Na reunião foi analisada detalhadamente uma proposta da Febase que visa contratualizar matérias de âmbito essencialmente social, sendo que algumas destas são já práticas internas da Intuição. A FEBASE registou com agrado que parte significativa da proposta que havia remetido à Administração do Montepio tenha ficado já acordada entre as partes. A administração comprometeu-se ainda a ponderar outras cláusulas apresentadas pela Febase, sobre as quais dará resposta posteriormente. O processo está a evoluir positivamente, no entanto estão ainda em aberto matérias determinantes para um acordo, das quais se destaca a duração do período de congelamento salarial. Face à situação, a Federação alerta os trabalhadores para não se deixarem iludir por falsas informações postas a circular devendo, em caso de dúvida, contactar os respetivos Sindicatos da Febase ou a sua estrutura sindical. As reuniões de negociação prosseguem na próxima semana. Comunicado em pdf

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Setembro 23, 2016

ACT do Montepio: algumas cláusulas já acordadas

Na segunda reunião de negociações para um acordo coletivo do Grupo Montepio, Febase e administração chegaram a entendimento sobre um conjunto de cláusulas. Nova reunião de negociações entre as partes decorreu terça-feira, dia 20 de setembro, tendo em vista a celebração de um ACT para Grupo Montepio. O Grupo apresentou formalmente uma nova proposta, por escrito, que em alternativa à pretensão inicial de corte de salários propõe agora o congelamento salarial por um período de três anos, comprometendo-se também a manter os complementos de mérito a todos os trabalhadores que deles já usufruem. Nesta segunda reunião foi concluída a primeira passagem por todo o clausulado da proposta apresentada pelo Grupo. As partes acordaram já um conjunto de cláusulas, tendo algumas delas ficando pendentes para posterior análise, quer pelos Sindicatos quer pela administração. Os Sindicatos vão agora examinar em profundidade as cláusulas pendentes, que serão debatidas na próxima reunião com a administração, agendada para 4 de outubro. Logo que haja evolução no processo, os Sindicatos informarão os respetivos associados. 17-act-do-montepio

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Setembro 15, 2016

Febase e Montepio negoceiam Acordo Colectivo

Os Sindicatos da Febase e o Montepio iniciaram as negociações para um Acordo Coletivo de Trabalho para o grupo (ACT) que abrangerá os trabalhadores da Caixa Económica do Montepio Geral, Montepio Crédito e Montepio Valor. Na reunião de dia 13 de setembro, o grupo negociador do Montepio adiantou que iria retirar o Anexo IX da sua proposta, o que significa abandonar a pretensão de cortar os salários dos trabalhadores das três instituições. Este recuo do Montepio explica-se pelo desconforto causado no seio dos sindicatos dadas as consequências para os trabalhadores, já que uma medida desta natureza causa mal-estar e descontentamento, que naturalmente se reflete no clima laboral. Para evitar essa situação, a instituição considerou outras opções. Assim, em alternativa, apresentou à Febase uma nova proposta, na qual propõe o congelamento dos atuais salários por um período de três anos. Em resposta, os Sindicatos da Febase solicitaram a apresentação formal da nova proposta por escrito, de forma a poderem analisá-la. No encontro, as partes iniciaram ainda o debate do clausulado do futuro ACT do grupo Montepio Geral, o que decorreu com a naturalidade esperada. É expectativa dos negociadores sindicais que este processo decorra com celeridade. Recorde-se que em julho, no mesmo dia em que foi assinado o novo ACT do Setor Bancário, o Montepio informou a Febase de que a instituição não iria subscrever a convenção coletiva, propondo, em contrapartida, a negociação de um acordo próprio. Face a esta posição e depois da troca entre as partes das respetivas propostas, a negociação formal teve agora início. A segunda reunião negocial está agendada para a próxima semana, e logo que haja desenvolvimentos os Sindicatos informarão os respetivos associados. 16-febase-e-montepio-negoceiam-acordo-colectivo-1

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Setembro 7, 2016

SBC empenhado na defesa dos trabalhadores da CGD, seus associados

O SBC tudo fará para defender os trabalhadores da CGD quanto aos seus direitos contratuais e postos de trabalho. Notícias vindas a público demonstram mais uma vez, que não foram os trabalhadores os causadores da crise que hoje assola a CGD. Os trabalhadores com o seu empenho e dedicação sempre dignificaram a Instituição. Estando num mercado tão competitivo, abdicando de direitos que hoje foram instituídos noutros bancos, para que a CGD pudesse superar as dificuldades que eram transversais a todo o sistema financeiro. Quando todos os trabalhadores bancários após seis anos de congelamento dos seus salários, viram pela negociação colectiva realizada de uma maneira credível e séria a sua remuneração actualizada, eis que, mais uma vez, aos trabalhadores da CGD este processo foi-lhes negado, como ainda esta nova administração deu cabo de uma paz social que o banco público sempre transpareceu ao mencionar a dispensa de mais de 2500 trabalhadores. Coimbra, 7 de Setembro de 2016 A Direcção Aos trabalhadores da CGD

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Agosto 23, 2016

Parvalorem adere ao ACT do setor bancário

Parvalorem adere ao ACT do setor bancário A Parvalorem celebrou hoje com a Febease o acordo de adesão ao ACT do setor bancário. A assinatura do Acordo entre as partes teve lugar hoje, dia 19 de agosto, e será oportunamente remetida para publicação no BTE. Recorde-se que a Federação tem criticado permanentemente as sucessivas opções políticas que levaram a situação laboral na Parvalorem a culminar num despedimento coletivo, e exigido a tomada de medidas que salvaguardem o futuro dos trabalhadores daquela empresa do setor empresarial do Estado. Mais uma vez, com a assinatura da adesão ao ACT, a Febase demonstra a sua preocupação e defesa dos direitos dos trabalhadores da Parvalorem. Comunicado

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Agosto 18, 2016

AE do Montepio – ACT como base negocial

AE do Montepio – ACT como base negocial A negociação coletiva efetiva-se através de procedimentos definidos na legislação que cabe observar integralmente, sob pena de ser considerada inválida. É neste contexto que a FEBASE tem vindo a desenvolver o processo em todos os aspetos legais, tendo sido hoje entregue a nossa contraproposta, assente no ACT recentemente publicado no BTE. Como é do conhecimento geral, a primeira reunião de negociação com a FEBASE está agendada para o próximo dia 13 de Setembro e, como sempre, toda a matéria relevante, quer sobre o AE do Montepio Geral, quer das normas transitórias, será transmitida aos trabalhadores pelas vias habituais. É nosso entendimento não existirem, neste momento, condições objetivas para que a negociação decorra em mesa única, por nos parecer não ser esta a forma mais eficaz da defesa dos direitos dos trabalhadores, pelo que a FEBASE manterá o modelo habitual de negociação. AE do Montepio 17 8 16

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Agosto 12, 2016

Aos Trabalhadores do Montepio Geral

O Presidente da Direcção do Sindicato dos Bancários do Centro jamais aceitará negociar ou estabelecer qualquer acordo que diminua a remuneração dos Trabalhadores do Montepio Geral.   NÃO É AGORA, QUE UM BANCO sempre com uma componente social tão forte, que por erros de gestão dos seus Administradores, vem apresentar propostas de redução salarial aos seus colaboradores que são sem sombra de dúvida os seus melhores ACTIVOS. O Presidente do SBC repudia e rejeitará qualquer proposta que não seja a aplicabilidade na globalidade da Convenção Coletiva agora negociada e publicada para a grande maioria da Banca em Portugal aos Trabalhadores do Montepio e sócios do SBC.   OS NOSSOS SÓCIOS SABEM QUE PODEM CONTAR COM O PRESIDENTE. EM PROL DOS TRABALHADORES. Aos trabalhadores do Montepio

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Agosto 12, 2016

ACT do Sector Bancário já Publicado

O novo Acordo Coletivo de Trabalho do Sector Bancário (2016) já se encontra publicado no Boletim de Trabalho e Emprego. Foi no dia 8 de agosto de 2016 que foi publicado no BTE n.º 29, vol. 83, pag. 2339 – 2378, passando assim a estar em vigor e a abranger todos os trabalhadores das Instituições Subscritoras, sindicalizados nos sindicatos da FEBASE e não sindicalizados. Este acordo já se encontro publicado no nosso sitio de Internet www.sibace.pt na área destinada às convenções coletivas. Consulte aqui

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Julho 28, 2016

Isenções de horário no Montepio Geral

Os sindicatos da FEBASE repudiam de forma veemente o incumprimento dos pressupostos legais por parte das hierarquias do Montepio Geral.   Os Sindicatos da FEBASE tomaram conhecimento, por contacto de diversos associados, da informação que estará a ser veiculada por algumas hierarquias do Montepio Geral sobre a retirada de isenções de horário de trabalho. Relembramos que esta matéria encontra-se regulamentada em sede do ACT do Sector Bancário na Clausula 54ª, de que o Montepio Geral é subscritor, com a seguinte redação: Isenção de horário de trabalho Por acordo escrito, podem ser isentos de horário de trabalho os trabalhadores com funções específicas ou de enquadramento e todos aqueles cujas funções o justifiquem. Os trabalhadores isentos de horário de trabalho têm direito a uma retribuição adicional, que não será inferior à remuneração correspondente a uma hora de trabalho suplementar por dia, no caso de, em média, não excederem de uma hora o seu período normal de trabalho diário; de outra forma, a remuneração adicional não será inferior à correspondente a duas horas de trabalho suplementar por dia. A isenção de horário de trabalho não prejudica o direito aos dias de descanso semanal e aos Feriados previstos neste Acordo. O regime de isenção de horário de trabalho cessará nos termos acordados ou, se o acordo for omisso, mediante denúncia de qualquer das partes feita com a antecedência mínima de um mês. Se a denúncia for da iniciativa da Instituição, é devido o pagamento da retribuição adicional até três meses depois de a mesma ter sido comunicada ao trabalhador. Assim, eventuais alterações no regime acordado entre a Instituição e os trabalhadores no que às isenções de horário de trabalho diz respeito, terão que ser comunicadas – POR ESCRITO – aos trabalhadores, nos termos contratuais e respeitando os prazos estipulados. Nas isenções de horário de trabalho atribuídas, e que façam parte das condições contratuais assinadas entre o trabalhador e o Banco, as mesmas não podem retiradas, salvo se o trabalhador der o seu acordo à alteração. Assim aos trabalhadores da CEMG e nossos associados, que tenham recebido comunicação verbal desta vontade por parte do Banco, aconselhamos a que se dirijam ao Contencioso do Sindicato para analise da situação e tomada de posição, por parte do Sindicato, junto da Administração da CEMG. Comunicado

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Julho 8, 2016

Negociações para AE do Montepio

O Montepio Geral propôs esta manhã aos Sindicatos da Febase prosseguir a negociação de um Acordo de Empresa para os seus trabalhadores. Os Sindicatos da Febase reuniram-se na manhã de hoje, dia 8 de julho, com a administração do Montepio Geral, que informou que a instituição não vai subscrever o ACT do setor bancário assinado está manhã pela Febase e as IC. Assim, o Montepio comprometeu-se a prosseguir as negociações com o propósito de se vir a obter um Acordo Empresa. Nesse sentido, a instituição vai enviar aos Sindicatos da Febase uma proposta, para que as devidas reuniões de negociação possam realizar-se. Oportunamente, os Sindicatos contactarão com os trabalhadores. 15 – Negociações para AE do Montepio

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Julho 8, 2016

ACT assinado!

Febase e IC assinaram esta manhã o acordo final de revisão do ACT do setor bancário.   A nova convenção coletiva do setor bancário foi subscrita pelas partes na manhã de hoje, dia 8 de julho, na sede da APB, em Lisboa. O ACT será agora enviado para publicação no Boletim do Trabalho e Emprego (BTE), após o que entrará em vigor. Logo que tal aconteça, os associados serão informados. Recorde-se que o ACT do setor bancário aplica-se a todos os sócios bancários das entidades subscritoras, com exceção dos trabalhadores cujas instituições têm convenções próprias. É o caso do Grupo Millennium bcp, Banco de Portugal, CGD, Empresas do Grupo CGD, Caixas de Crédito Agrícola Mútuo e Banco BIC. 14 – ACT assinado

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Julho 2, 2016

Bancos eliminaram quase 1400 postos de trabalho

Bancos eliminaram quase 1400 postos de trabalho O número de trabalhadores bancários em Portugal reduziu-se em 1.392 entre 2014 e 2015, de acordo com dados publicados pelo Banco Central Europeu (BCE), em que dá conta ainda do fecho de 340 agências. Sarah Costa/Global Imagens Lusa No final de 2015, havia em Portugal 52.496 pessoas a trabalhar em bancos. Este valor representa menos 1.392 postos de trabalho face aos 53.888 que o BCE registava em 2014. Já se a comparação for feita com o final de 2011, os dados mais antigos divulgados por Frankfurt, o corte de postos de trabalho é ainda mais significativo e supera os 7.000. O ano de maior corte na estrutura de recursos humanos foi o de 2012, quando saíram 2.563 trabalhadores dos bancos que operam no país. Segundo dados revelados pela agência Lusa, consultando a informação dos dos bancos referentes a 2015, as principais saídas de trabalhadores bancários no ano passado aconteceram na Caixa Geral de Depósitos, sobretudo ao abrigo do programa de reformas antecipadas. O banco público fechou o ano passado com 8.410 trabalhadores em Portugal, menos 448 do que em 2014. Segue-se o BCP, que reduziu o quadro de pessoal em 336 pessoas para 7.459. Também significativas foram as saídas do Novo Banco, de 277 colaboradores em base individual. Já no BPI e no Santander Totta as reduções de pessoal foram mais modestas, de 63 e 25 trabalhadores, respetivamente. Quanto a agências bancárias, ainda relativamente a dados divulgados pelo BCE, em 2015 havia 5.598 balcões de bancos em Portugal, menos 340 do que em 2014. A redução de trabalhadores e de agências no setor bancário tem sido uma tendência transversal a todos os países na Europa. O ano passado havia 2,86 milhões de empregados bancários no total dos 28 países da União Europeia, menos 24 mil do que no ano anterior. Quanto a agências, estas superavam as 188 mil, mas representavam menos 15 mil do que em 2014. TSF com LUSA http://www.tsf.pt/economia/interior/bancos-eliminaram-quase-1400-postos-de-trabalho-5262368.htm TSF 02 de junlo de 2016, 11:31

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Junho 14, 2016

Sindicatos afetos à FEBASE assinaram hoje o acordo de princípio ao novo ACT do Sector Bancário.

Sindicatos afetos à FEBASE assinaram hoje o acordo de princípio ao novo ACT do Sector Bancário. Ficou hoje concluído o longo processo de negociação de revisão integral do ACT do Sector Bancário. É com responsabilidade que os Sindicatos da FEBASE veem chegar este dia e o que ele representa para o futuro profissional dos trabalhadores bancários e respetiva regulamentação da sua atividade. Ao fim de 4 longos anos e quase 60 reuniões entre os grupos negociadores representantes da FEBASE e das Instituições de Crédito foi possível chegar a um acordo entre estes dois grupos que fizeram todo o trabalho de negociação. A FEBASE lamenta que não se tenha conseguido alcançar a meta do aumento da tabela salarial de 1%, que esteve tão perto e para o qual a FEBASE tanto trabalhou e que já tinha o acordo da generalidade das instituições. No entanto uma precipitação noutra mesa negocial no qual foi dado o acordo de princípio a um aumento da tabela em apenas 0,75% boicotou todas as possibilidades da FEBASE continuar a negociar com todas as IC’s a darem o seu acordo ao aumento de 1%. Ficando assim a nu quem realmente defende os trabalhadores bancários na sua generalidade e quem apenas defende aqueles para quem o aumento da tabela salarial é indiferente. Todos os principais detalhes serão devidamente explanados na próxima edição da revista da FEBASE. Não podem os três sindicatos da FEBASE deixar de se congratular que depois de confrontados com uma proposta de um ACT que ia pouco além do próprio Código do Trabalho, se tenha conseguido inclusivamente criado novas garantias para os trabalhadores bancários, nomeadamente:             – Consagração em sede de ACT de cláusula sobre avaliação de desempenho;             – Maior proteção em caso de mobilidade geográfica por parte dos trabalhadores, por iniciativa da entidade patronal, inclusive com o estabelecimento de um valor compensatório por km percorrido pelo trabalhador;             – Manutenção dos 25 dias de férias;             – Manutenção do crédito habitação e melhoramento nos critérios sociais para priorização da sua concessão;             – Prémio de final de carreira. Os Sindicatos da FEBASE encetarão desde já as diligências necessárias juntos dos seus órgãos e dos da própria FEBASE, afim de se efetuar a assinatura do referido ACT. Comunicado

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