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Bancos vestem-se de noivos. Haverá boda?

Novembro 17, 2020

Texto: Diogo Cavaleiro e Isabel Vicente
Infografias: Carlos Esteves
In Expresso 13/11/2020

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Dívida pública mundial atingirá pico histórico em 2020

Julho 10, 2020

FMI alerta para aumento da dívida por causa da pandemia. A médio prazo, os governos devem adotar “um plano orçamental credível”, alerta.

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UGT apoia a sugestão do Presidente da República no esforço de apoio da Banca às empresas e famílias

Abril 6, 2020

A Central Sindical manifesta o seu apoio à sugestão de Marcelo Rebelo de Sousa num momento muito delicado para os portugueses.

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Jornada de luta pela reposição dos rendimentos dos Trabalhadores do Millennium BCP

Maio 24, 2019

No dia 22 de Maio os sócios do SBC juntaram-se aos restantes sindicatos da banca para reclamar a reposição dos cortes salariais de 2014 a 2017 que lhes eram devidos.

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Órgãos Sociais do SBC tomam posse

Abril 29, 2019

Tomaram posse no passado dia 26 de Abril (sexta-feira), os novos corpos sociais do Sindicato dos Bancário do Centro, eleitos no dia 11 de Abril.

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Dependência da banca do BCE: Primeiro semestre foi o melhor desde 2009

Julho 11, 2017

A dependência da banca portuguesa face ao banco central tem vindo a descer, sendo actualmente menos de metade do máximo, atingido no primeiro semestre de 2012. O montante de financiamento da banca portuguesa junto do Banco Central Europeu (BCE) desceu 6,5%, em Junho, para um total de 23,18 mil milhões de euros, revelam os dados divulgados esta terça-feira, 11 de Julho, pelo Banco de Portugal, através do BPStat. Este volume de financiamento é o mais baixo desde 2009, quando analisados os dados do final do semestre. No final do primeiro semestre de 2009 o total de financiamento do BCE à banca nacional era de 10,56 mil milhões de euros. Leia a notícia na íntegra aqui Créditos Sara Antunes – Jornal de Negócios 11 de Julho de 2017

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“Só com a reestruturação do setor bancário perdemos cerca de 10 mil sócios” – Entrevista a Carlos Silva

Fevereiro 12, 2017

 “Só com a reestruturação do setor bancário perdemos cerca de 10 mil sócios” A UGT acredita que tem cada vez mais apoiantes. A reestruturação da banca teve um impacto forte mas Carlos Silva diz que a central tem ganho associados noutros setores. A crise teve efeitos no número de sindicalizados na UGT, que continua a ser maioritária no setor financeiro. Mas a central sindical começa a ganhar peso noutros setores, diz Carlos Silva. Na Carris, também é maioritária. Mas não era, atira o secretário-geral da UGT, justificando esta mudança com a postura da CGTP. Carlos Silva acredita que a municipalização da Carris — e o consequente pedido de apreciação parlamentar do PCP — não vai abrir nova frente de batalha entre UGT e CGTP. Em março, o líder da UGT avança para um novo mandato, garantindo que a pressão interna para se recandidatar foi muita. Aos 59 anos, deixará de liderar os destinos da central sindical. Não sabe ainda o que vai fazer. “Aos 59 anos gostava de me aposentar, mas para fazer o quê?”, questiona. Outra opção é regressar ao Novo Banco: “Se ele for vendido, serei naturalmente trabalhador da instituição que resultar da venda do Novo Banco”, remata. A UGT tem raízes socialistas. Isso de alguma forma facilita a negociação com o Governo, ou pode até prejudicar, obrigando a central a ser mais compreensiva com medidas com as quais discorda? Tem raízes socialistas e tem muitos social-democratas. Eu diria que são 55/45. Também tenho uma fortíssima componente social-democrata dentro da central, a quem também temos de dar a devida compreensão e o devido respaldo. Nos últimos 40 anos, os governos têm sido PS, CDS, PSD… e a UGT tem conseguido lidar com todos de forma muito equilibrada. Mesmo com os socialistas, o que às vezes não é fácil. O meu camarada João Proença às vezes tinha uma relação complicada com Primeiros-Ministros socialistas, até com José Sócrates. Mas eu não tenho razões de queixa. Portanto, não facilita nem dificulta? Não facilita nem dificulta. Há uma relação de respeito. O PS sempre respeitou muito a autonomia dos militantes sindicais socialistas. E isso verifica-se na atuação deste Primeiro-Ministro. Nunca me criou pressões. Devo dizer com toda a sinceridade, nunca recebi nenhum telefonema nem nenhum recado de quem quer que seja do Governo, a dizer que precisa de um apoio ou de menos barulho… nunca, é a minha palavra de honra que isso nunca aconteceu. Nem nós para eles, nunca fomos pedir nada nem bater à porta. Na concertação social, a UGT é mais oponente da CGTP do que dos patrões? Não. Isso é uma mensagem que às vezes se quer fazer passar dentro de um determinado paradigma. Não fazemos oposição à central sindical CGTP. Aliás, retribuo ao secretário-geral da CGTP aquilo que ele disse: eles não estão lá para negociar com a UGT; eu devo dizer que a UGT não está lá para negociar com a CGTP. Dá-se melhor com os patrões do que com Arménio Carlos? Dou-me melhor com todas as pessoas que consigam ser respeitadoras e não tenham uma visão distorcida daquilo que é a realidade. Tem essa sensação, […]

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Socorro, estou exausto da banca: portugueses em burnout

Dezembro 1, 2016

Maria era gerente-adjunta numa agência e sofreu de episódios idênticos à epilepsia. Desde que largou a banca, sente-se estável. José Carlos ainda vive o pesadelo dos lesados do BES e é ensombrado por pensamentos negativos. Mas o actual presidente do Novo Banco, António Ramalho, garante à SÁBADO que a fase pior já passou As reuniões de equipa sucediam-se a um ritmo diário, de manhã e à tarde, numa pressão constante: tinham de vender mais e mais produtos e aplicações financeiras, acenando com taxas de juro aliciantes. A primeira era agendada às 08h15, momentos antes da agência bancária da região Centro iniciar o atendimento ao público. Os oito funcionários abriam os cofres, ligavam os computadores e ouviam a número dois da chefia, Maria. A gerente-adjunta, actualmente com 49 anos, tinha ordens claras e números a cumprir. O briefing matinal do banco privado traçava objectivos de captação de clientes, consoante as campanhas que estivessem a decorrer (havia um produto de eleição por dia). Ao longo do expediente, cada colaborador fazia 20 a 30 telefonemas em modo de telemarketing (o meio mais eficaz de angariar potenciais investidores), além do atendimento ao balcão. Às 18horas, voltavam a reunir-se para a recolha dos resultados. Isto sem incluir a avaliação semanal, ao final da tarde de quinta-feira, em que os responsáveis analisavam o posicionamento da agência face ao ranking geral no grupo. Com frequência, Maria atendia clientes insatisfeitos e vendia aplicações a contragosto. Do lado de lá, havia quem chorasse ou evitasse o banco em situações de crédito mal parado. “Tenho um feitio complicado e custava-me vender. As pessoas iam atrás da taxa e nós aproveitávamos a ganância”, conta a própria à SÁBADO. A gerente-adjunta ainda protestou perante os superiores hierárquicos, sem efeito. Teve depressões crónicas, reincidentes, sem poder contar com a solidariedade dos colegas. Pior, excluíram-na. Chegou a ser despromovida, fazendo o trabalho de um estagiário. “Tremia, sentia-me asfixiada” No pico de stress de Maria, em meados de 2012, surgiam as primeiras manifestações alarmantes: episódios de ausências que duravam, em média, um minuto. “Desmaiava acordada, é difícil de explicar. Na fase inicial não disse a ninguém.” Em paralelo, apresentava sintomas idênticos aos da epilepsia. “Lembro-me do primeiro, em que saí do banco, caí para o lado e comecei a estrebuchar. Tremia, sentia-me asfixiada. ” À época não se falava em burnout, tão-pouco em desgaste emocional. Prestes a atingir o ponto de ruptura, Maria começou a crer que encaixava num quadro clínico de epilepsia. Tomou medicação para o efeito, prescrita por um psiquiatra, mas perdeu a vitalidade. “Era um vegetal.” Por questões de segurança, deixou de conduzir e passou a ser transportada para o local de trabalho por um motorista da empresa do marido – o que levantou ainda mais suspeitas entre os colegas. Desculpou-se com problemas de coluna. Por fim, acabou internada durante oito dias num hospital público para exames de despistagem. O diagnóstico revelou-se… inconclusivo. O mal-estar de Maria era indisfarçável. Após o internamento, em Setembro de 2012, foi chamada pela direcção de recursos humanos do banco. Convidaram-na a ir para casa, sem hipótese de refutar. “Reagi mal e piorei.” Em Dezembro desse ano, […]

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Como a Fosun concretizou a vontade de comprar parte do BCP

Novembro 20, 2016

Como a Fosun concretizou a vontade de comprar parte do BCP O interesse foi revelado em julho, mas até a compra de uma parte do BCP se concretizar foi preciso satisfazer um conjunto de condições. Nuno Amado mostrou-se otimista deste o início. O interesse da Fosun em ser dona de uma parte do BCP foi revelado no verão de 2016, precisamente um dia depois de o banco ter revelado prejuízos de perto de 200 milhões de euros no primeiro semestre deste ano. Desde então, Nuno Amado e a administração do banco concentraram-se em cumprir todas as condições impostas pelos investidores chineses para que a operação se concretizasse. 29 de julho de 2016 tinha sido um dia difícil para o BCP. O banco tinha anunciado um prejuízo de 197,3 milhões de euros na primeira metade do ano, um resultado que comparava com os 240,7 milhões de euros de lucros que tinham sido registados no primeiro semestre de 2015. Nuno Amado, presidente do BCP, explicou então que os resultados estavam afetados por efeitos extraordinários — como por exemplo o reforço das imparidades de crédito — e que descontados estes impactos, a comparação homóloga até passava a ser favorável, um lucro de 56,2 milhões de euros contra um prejuízo de 21,2 milhões na primeira metade de 2015. Mas não foram estes valores mais favoráveis que marcaram as notícias. Além disso, a necessidade de devolver ainda 750 milhões de euros de CoCo’s ao Estado deixava uma nuvem negra sobre o banco. No dia seguinte, contudo, o caminho do BCP ganhou um novo fôlego. A Fosun, dona da Fidelidade e da Luz Saúde em Portugal e um dos investidores que se tinha já destacado por estar entre os interessados na primeira tentativa de venda do Novo Banco, revelou, através de uma carta enviada ao BCP, que estava interessada em entrar no capital do banco para ficar com 16,7% da instituição. Desde então, a comissão executiva do BCP entrou numa maratona de negociações com vista a satisfazer as condições colocadas pelos investidores chineses: Garantias de que o banco não seria surpreendido por contribuições extraordinárias para o Fundo de Resolução; Não obrigação de reconhecimento contabilístico imediato de obrigações futuras de contribuição para este mesmo Fundo; Concretização de um processo de fusão de ações (reverse stock split) em que cada 75 títulos passam a corresponder a 1 ação; Garantir que tem direito a escolher administradores para o board do banco; Desblindagem dos estatutos dos 20% para os 30%. A estas condições haveria que juntar uma aprovação das autoridades de supervisão, neste caso, o Banco Central Europeu. Logo no mesmo dia, o BCP reconheceu o “interesse estratégico” deste investimento da Fosun, sublinhando o “potencial de cooperação e desenvolvimento setorial e geográfico” que representava. A comissão executiva, liderada por Nuno Amado, prometeu “proceder de forma célere e cuidada” para apresentar uma recomendação ao conselho de administração do banco. A 14 de setembro os acionistas do BCP deram luz verde às negociações com a Fosun. A manifestação de interesse foi considerada “credível e não hostil”. Cerca de duas semanas depois, Nuno Amado diria à Bloomberg que estava otimista quanto às negociações: […]

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Presidente do Millennium Atlântico espera fusões no sistema financeiro em Angola

Junho 8, 2016

Presidente do Millennium Atlântico espera fusões no sistema financeiro em Angola O presidente executivo do banco angolano Millennium Atlântico, Daniel Santos, estimou hoje que a fusão do Millennium Angola e do Banco Privado Atlântico (BPA) tenha sido a primeira de mais fusões esperadas no sistema financeiro em Angola. “Este foi o primeiro passo de outras fusões que vão acontecer. Existem 26 bancos em Angola, muitos dos quais surgiram nos últimos anos e tiveram bons resultados. Mas a dinâmica do mercado impõe que se reduza o número”, afirmou Daniel Santos, numa conferência organizada pela Câmara de Comércio Portuguesa no Reino Unido. O banqueiro referiu que os bancos terão de ser “mais especializados, financeiramente mais robustos e com maior acesso aos mercados internacionais”. Júlio Lopes, administrador do Banco Caixa Geral Angola, concordou: “Para os bancos pequenos não haverá outra solução senão a fusão para cobrir custos com governança e ‘compliance’ [cumprimento de regras]”. O Millennium Angola e o BPA oficializaram a fusão em abril para formar o Millennium Atlântico, sendo as sinergias estimadas em 20 milhões de euros. O principal acionista, o BCP, apontou quando o negócio foi anunciado, a necessidade de “obter condições para crescer em contexto adverso” e, simultaneamente, adaptar-se às implicações decorrentes da alteração da equivalência de supervisão decidida no final do ano passado pela Comissão Europeia relativamente àquele país africano. Os banqueiros falavam na Conferência “Negócios em Português”, organizada pela Câmara de Comércio Portuguesa no Reino Unido, que decorre esta manhã nas instalações da agência Bloomberg e pretende promover oportunidades comerciais e de investimento nos mercados emergentes em crescimento em países lusófonos, em particular em Angola, Moçambique e Brasil. Dinheiro Digital com Lusa http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=249900 Dinheiro Digital 08 de junho de 2016, 14:21, actualizada às 15:27

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